Resultados do BMW elétrico

Postado por João Paulo Em 6 de August de 2011

Na busca pela sustentabilidade, as empresas automobilísticas estão a cada dia que passa com novas tecnologias de ponta.

Foi assim que a BMW resolveu aplicar o conceito de carro elétrico em seu modelo Mini Cooper, que passou a se chamar Mini Cooper E em sua versão elétrica.

A empresa divulgou o resultado dos testes práticos essa semana. A Oxford Brookes University foi a responsável pela avaliação dos resultados.

Segundo o site da Folha.com, o custo médio para rodar com o veículo por seis meses foi de 60 libras (cerca deR$ 154). As análises foram feitas em parceria com o governo britânico.

Para os testes, participaram 138 pessoas que avaliaram o carro entre 2009 e 2011, percorrendo o total de 415 mil km com o carro, dando uma média de 4830 km percorridos por cada carro.

Especificações:

O carro tem um motor de 206 cv fornecendo 20,8 kgf.m de torque. O mais incrível é que ele é capaz de rodar 240 km com apenas uma carga completa e pode atingir a velocidade máxima de 153 km/h.


Iluminação Reciclada

Postado por João Paulo Em 28 de April de 2011

O texto abaixo é uma proposta realizada pelo Engenheiro Eletricista Fernando Kiszewsk, sobre seu projeto de realizar a reciclagem de lâmpadas para obter produtos mais econômicos e que tenham o mesmo intuito: iluminar.

Hoje, mais do que em qualquer outro momento, necessitamos com urgência  reciclar idéias e materiais. O projeto iluminação reciclada é a simples aplicação deste conceito.

Nossa proposta trata do  desenvolvimento sustentável na produção de lâmpadas LED aplicadas a iluminação complementar, decorativa e utilitária. Tal proposta é embasada no reaproveitamento de lâmpadas fluorescentes sucateadas, geradoras  de grandes volumes de  lixo elétrico e tóxico.

Mas queremos  mais do que apenas reciclar, desejamos gerar uma nova concepção no aproveitamento destes recursos.

Não nos enganemos, retrabalhar  o lixo  eletrônico/elétrico  que todos nós contribuímos em produzir é um imenso desafio!

Construir lâmpadas  LED  viáveis a partir deste material é inovar  esta tecnologia. Lâmpadas de baixo consumo, acessíveis, menos poluentes e com alguma “inteligência” agregada, certamente anuncia a nova era da  iluminação.

Grande parte (mais de 90%) do  material eletrônico empregado nos reatores delâmpadas fluorescentes compactas apresenta condições de reutilização. Esta “matéria prima”, quando bem incorporada ao sistema produtivo de fabricantes e recicladoras, contribuirá na  diminuição dos custos de produção, podendo  proporcionar uma reciclagem menos onerosa com ganhos ambientais significativos.

Iluminação reciclada  é um projeto embrionário e que está gradativamente evoluindo. Os trabalhos e pesquisas são realizados com investimentos próprios e por conta disso os avanços e aprimoramentos são lentos. A iluminação a LED já é uma realidade, reduzir seus custos e  melhorar resultados ambientais são alguns dos principais desafios desse projeto.

No vídeo “Iluminação Reciclada”, (http://www.youtube.com/watch?v=kPdOuzGk3Mk)  produzido para divulgar este projeto, são apresentados alguns  dos protótiposdesenvolvidos entre outras possibilidades  desse universo.

-Lâmpadas LED coloridas

-Lâmpadas LED para iluminação de emergência

-Lâmpadas LED para iluminação utilitária.

Todas produzidas  a partir da reciclagem  de produtos e conceitos,  proposições desse trabalho. A iluminação a LED sem dúvida é um grande avanço, agora, se ela for de origem  reciclada o avanço será maior ainda!

Venha conosco! Invista nesta idéia e ajude-nos a aprimorá-la!

Energia das Plantas

Postado por João Paulo Em 11 de August de 2010

Congresso Pan-Americano sobre Plantas e Bioenergia reúne cientistas de diversos países para debater pesquisas sobre energia produzida a partir de vegetais

O Brasil deixa no campo até 45 toneladas de galhos e cascas de eucalipto por hectare plantado. Cerca de 5% dessa biomassa se refere a diferentes tipos de açúcares, como frutose, sacarose, glicose e galactose, que poderiam ser transformados em álcool por meio de processos de fermentação.

Com cerca de 4,5 milhões de hectares de eucaliptos plantados no Brasil, o ganho promovido por tal utilização seria muito significativo. Os dados fazem parte da pequisa de Carlos Labate, professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP), e foram apresentados no 2º Congresso Pan-Americano sobre Plantas e Bioenergia, iniciado domingo (8/8), em São Pedro (SP).

Além da casca de eucalipto, milho, cana-de-açúcar, algas, soja e muitas outras fontes de biocombustível estão no centro das discussões do evento que reúne pesquisadores em química, genética, ecologia e fisiologia, entre outras disciplinas.

“O objetivo do encontro é reunir especialistas em diversas áreas de pesquisa sobre energia a partir de plantas, a fim de construirmos um quadro amplo das diversas questões envolvidas”, disse Marcos Buckeridge, professor do Instituto de Biologia da Universidade de São Paulo e coordenador do evento, à Agência Fapesp.

“Conseguimos reunir, no simpósio, alguns dos principais pesquisadores no mundo nessas áreas”, disse Buckeridge, que é membro da coordenação do programa BIOEN-Fapesp e diretor científico do Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), em Campinas (SP).

A apresentação de abertura foi feita pelo fisiologista Paul Moore, do Hawaii Agricultural Research Center (Estados Unidos), que discorreu sobre a importância e as perspectivas da cultura da cana-de-açúcar para a produção de bioenergia de maneira sustentável ao ambiente.

Moore considera a cana-de-açúcar estratégica para os Estados Unidos conseguirem cumprir as metas assumidas em 2007 de produzir 36 bilhões de galões de combustível a partir de fontes renováveis até o ano de 2022. “Para atingir esse número, a produção [dos biocombustíveis] terá que acelerar e bem rápido”, alertou.

Como solução, o pesquisador propõe o desenvolvimento de novas variedades da planta a partir de cruzamentos entre diferentes famílias. O objetivo seria transformar por hibridização a atual cana-de-açúcar em “cana-de-energia”, um cultivar que teria menores teores de água e de açúcar em troca de fibras mais longas e em maior quantidade.

“As fibras são fundamentais para a chamada segunda geração do etanol, obtido a partir das fibras de celulose. A quantidade de açúcar não é importante nesse caso”, afirmou.

O maior desafio para a produção norte-americana é desenvolver uma espécie de cana-de-açúcar resistente ao frio. A mais cultivada no mundo, a Saccharum officinarum, é tropical e não suporta baixas temperaturas, por isso os países sul-americanos e os africanos são os mais adequados para produzi-la. Nos Estados Unidos, somente o extremo sul do país, que compreende uma pequena parte dos estados da Flórida e do Texas, é capaz de manter plantações.

Moore sugere cruzamentos entre a Saccharum officinarum com cultivares do gênero Miscanthus, uma gramínea que resiste a invernos rigorosos e é encontrada até na mais fria região da Columbia Britânica, no Canadá.

“A espécie híbrida poderia avançar para o norte ocupando primeiro o meio dos Estados Unidos, chegando em uma segunda etapa até o norte do país, que é mais frio”, disse.

O cientista ressalvou os problemas inerentes de novas espécies. “Elas terão comportamento imprevisível e não conhecemos seus efeitos sobre os insetos e sobre as doenças dos vegetais. Não podemos aumentar a produção de biocombustível se ela for ambientalmente insustentável”, disse.

Produção mais eficiente

Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), falou no congresso sobre a história do etanol brasileiro desde a introdução da cana-de-açúcar no país, no século 16, passando pelo programa Proálcool, na década de 1970, em meio à crise do petróleo na época.

“O Brasil começou a utilizar o etanol por necessidade. O país, que gastava, em 1974, US$ 750 milhões em importações de petróleo, passou a pagar mais de US$ 4 bilhões no ano seguinte”, disse.

Brito Cruz destacou que o Estado de São Paulo responde por dois terços da produção nacional atual do combustível, daí a importância de iniciativas como o Programa BIOEN-Fapesp.

Entre os desafios para a pesquisa brasileira nesse setor, Brito Cruz ressaltou o aumento da eficiência dos processos para produção de biocombustível, com a utilização de menos água, menos energia gasta e sem precisar aumentar a área cultivada.

A grande diversidade genética do milho foi tratada por Steve Moose, da Universidade de Illinois (Estados Unidos). Os estudos do cientista indicaram que o milho tem grande capacidade de maximizar a aplicação de nitrogênio, apresentando alta produção em troca de menores doses do macronutriente.

Segundo Mosse, o milho é um bom produtor de açúcares que podem ser convertidos em etanol. Além disso, a planta apresenta grandes oportunidades de melhoria genética e conta com práticas agrícolas bem estabelecidas e conhecidas dos produtores no país, o que facilitaria a produção e a introdução de novas espécies.

O professor Paulo Sergio Graziano Magalhães, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), apresentou no encontro o livro Bioetanol de Cana-de-açúcar.

A obra, que será lançada em breve, reúne trabalhos de 139 especialistas, que vão desde desenvolvimento genético e técnicas agrícolas, passando pelas relações de trabalho no campo até políticas públicas envolvidas no desenvolvimento do setor.

Sob a organização geral de Luiz Augusto Barbosa Cortez, professor da Unicamp e coordenador adjunto de Programas Especiais da Fapesp, o livro é dividido em 76 capítulos. Com 992 páginas, estará disponível em português e inglês.

Mais informações sobre o livro Bioetanol de Cana-de-açúcar: www.blucher.com.br/livro.asp?Codlivro=05319

(Fabio Reynol)

(Agência Fapesp, 10/8) via Jornal da Ciência

Os fabricantes de eletrônicos mais verdes

Postado por João Paulo Em 18 de January de 2010

Fonte: Logistica Descomplicada

Pesquisa realizada pelo Greenpeace faz um ranking dos 18 principais fabricantes de computadores, telefones celulares, TVs e vídeo games, mostrando quem tem práticas ecologicamente corretas, e aqueles que ainda tem muito a melhorar.

A pesquisa completa pode ser encontrada neste link, e abaixo apresento um resumo das políticas das 18 empresas com relação aos produtos químicos tóxicos, reciclagem e mudanças climáticas. O ranking está em sua 14ª versão, atualizada agora em janeiro de 2010, e apresento os links de todas as empresas citadas. Vale lembrar que toda a pesquisa está em inglês.

Em primeiro lugar, encontra-se a finlandesa Nokia. Apesar de não apoiar pró-ativamente a Restrição para uso de substâncias tóxicas em eletrônicos (RoHS na sigla em inglês). A Nokia utiliza plástico reciclado em algumas de suas embalages (há pressão para que use também nos aparelhos), faz um bom gerenciamento do uso de produtos químicos e tem um programa de recolhimento de materiais usados em locais onde isto ainda não é lei. Todos os seus aparelhos atingem ou superam as especificações de uso eficiente de energia. FIcou com 7,3 pontos, na escala de 0 a 10. Confira o relatório completo para a Nokia clicando aqui.

Em 2º lugar, com 6,9 pontos encontra-se a Sony Ericsson, que é a única a conseguir todos os pontos possíveis no gerenciamento de produtos químicos. A Sony Ericsson também se destaca no quesito uso de energia. Veja o relatório.

A Toshiba subiu para a 3ª posição, mesmo falhando, assim como a Nokia, em apoiar a revisão da Restrição para uso de substâncias tóxicas em eletrônicos (RoHS na sigla em inglês). Busca até abril deste ano oferecer produtos livres de PVC e retardadores de chama bromados (BFR na sigla em inglês). Confira o relatório para a Toshiba aqui.

A Philips consegue boa pontuação tanto em gerenciamento de produtos químicos quanto em uso eficiente de energia, mas perde alguns pontos por não apoiar a revisão da RoHS. Ocupa o 4º lugar neste ranking e o relatório encontra-se neste link.

A Apple subiu rapidamente no ranking, ficando com a 5ª posição (depois de figurar em 11º e 9º nos rankings anteriores). A Apple consegue boa pontuação na parte de produtos químicos tóxicos, onde marca a maioria dos seus pontos. Todos os produtos da marca agora são livres de PVC e retardadores de chama bromados (BFR na sigla em inglês). Para melhorar ainda mais a Apple precisaria ser mais clara em suas posições políticas daquilo que apóia ou não nos processos ecologicamente corretos, e oferecer maiores detalhes quanto aos fluxos de informações em sua supply chain no que se refere às fábricas que ainda usam alguns produtos químicos desaconselhados. O relatório encontra-se aqui.

A LG Eletronics subiu para a 6ª posição, mas ainda perde pontos por não ter produtos livres de PVC e retardadores de chama bromados (BFR na sigla em inglês). O relatório do Greenpeace para a LGE pode ser encontrado aqui.

Na parte debaixo do ranking, na área vermelha, encontramos os 3 últimos colocados:

A Lenovo continua na parte debaixo da tabela por conta de uma punição na pontuação por voltar atrás na decisão de fazer produtos livres de PVC e retardadores de chama bromados (BFR na sigla em inglês). O relatório completo para a Lenovo encontra-se aqui.

A Microsoft, com apenas 2,4 pontos, aparece na posição 17. A Microsoft, segundo o estudo, não recicla, não usa produtos reciclados, não possui produtos com boa eficiência energética dentre muitos outros pontos negativos. No entanto, a MS está comprometida a elimitar PVC e BFR de seus produtos até este ano. Confira o relatório aqui.

O útlimo lugar no ranking fica com a Nintendo com apenas 1,4 pontos dos 10 possíveis. Alguns consoles da empresa possuem fiação interna livre de PVC, mas não há prazo para eliminar completamente o componente. Nos quesitos levados em conta pelo Greenpeace, em nenhum a Nintendo consegue sequer “parcialmente bom”. O relatório da Nintendo elaborado pelo Greenpeace pode ser encontrado neste link.

Leandro Callegari Coelho – Logística Descomplicada © 2010

Sobre Mim

Ciência e Tecnologia: duas palavras que me encantam desde pequeno. A melhor coisa que tem é você fazer o que gosta, e hoje estou na Engenharia Mecânica, na Faculdade de Engenharia de Bauru, UNESP. Pesquisas científicas e desenvolvimento de projetos são meus objetivos. Abaixo, meu currículo Lattes:
http://lattes.cnpq.br/1198397415430883

Twitter

    Fotos

    Michonne01Michonne02Poor CYBERTRANI,home alone again with her probePetunia