Quer “emagrecer”? Vá para a Lua!

Postado por cibele Em 4 de March de 2012

Se for convidado a dar uma voltinha numa nave espacial, nunca esqueça de levar uma balança, aquela que sua mãe tem no banheiro para se pesar constantemente. Ela poderá lhe dar boas notícias.

Dentro de uma espaçonave, no espaço sideral, ao subir na balança, você vai verificar que seu peso é zero. Zero? Como assim? Então, você não existe?

Calma! Você ainda existirá, pois sua massa continuará lá: você poderá se tocar e verificar que ainda continua lá. E que sua massa não alterou: se for gordo, continuará gordo e se for magro, continuará magro, nem mais e nem menos.

Mas a balança está mentindo? Não.

Por quê?

Expliquemos: isso acontece pelo simples fato de não haver nenhuma força ou aceleração puxando você, nem para baixo, nem para cima.Você não tem peso, está flutuando. Mas, se o seu amiguinho verde o levar para conhecer o seu planeta, cuja gravidade é três vezes menor que a Terra, será que você seria mais magro?

Não, pois sua massa continuaria lá. O seu peso é que seria menor. Afinal, a força que puxa você para baixo, ou melhor, a aceleração da gravidade do planeta será menor.  Nesse caso, o seu peso muda, mas a sua massa não se altera.

Deu pra entender a diferença entre peso e massa?

Assim, quando estiver numa farmácia e for se pesar, na realidade está se “massando”, pois a massa é dada em quilos, ou seja, o valor do seu peso é sua massa multiplicada pela aceleração da gravidade da Terra.

“Matematicando”: P=m.a.

E então: você já se “massou” hoje?

VÍDEO: Lançamento da Apollo 11

Postado por João Paulo Em 21 de April de 2010

Abaixo o lançamento da Apollo 11: um vídeo em câmera lenta

Os primeiros instantes de uma viagem histórica de 400.000 km, registrados a 500 quadros por segundo, agora em alta definição. Incomensuravelmente imperdível (clique no vídeo para a versão em HD no Youtube).

A narração também é muito boa, explicando em detalhes o que estamos vendo:

  • Logo no início vemos as chamas subindo, que são então sugadas para baixo. É porque a queima de querosene e oxigênio líquido logo alcança a potência total e é tanto material sendo ejetado para baixo, com tanta força – mais de 3.000 toneladas de empuxo –, que o ar circundante também é sugado.
  • Também podemos ver muitas partículas brancas caindo. É o gelo que havia se formado ao redor dos tanques de oxigênio líquido, a –184 graus Celsius, caindo com as trepidações.
  • Outro detalhe curioso: logo na saída dos foguetes, vemos um gás escuro, que só depois fica brilhante. O gás escuro vem direto das turbinas, e é escuro porque é realmente mais frio. Sendo mais frio, é direcionado como um envoltório na parte exterior da queima, servindo como uma espécie de isolante térmico protegendo em parte o bocal de saída.
  • Mais adiante, todo o quadro fica branco, e quando voltamos a enxergar podemos ver algo queimando. Mesmo isto foi projetado, com uma espécie de tinta desenvolvida para não só queimar como, ao fazê-lo, também proteger o material abaixo, para que a plataforma possa ser reutilizada mais vezes. O material fica ao final completamente negro, carbonizado.
  • Um detalhe é que a esta altura tudo queima… em meio a jatos de água, que já estão sendo despejados para resfriar a plataforma. Boa parte da água sublima, transformando-se instantaneamente em vapor, daí todo o vapor dominando a cena. A água só se torna mais reconhecível momentos depois, e fica mais clara nos instantes finais do vídeo, quando atinge a câmera.

Já escrevi por aqui sobre como as distâncias das missões Apollo, traduzidas em pixels, poderiam fornecer uma noção do quão espetacular foi a façanha. O vídeo e a explicação dos fenômenos, indicando a extensão em que os mínimos detalhes de algo descomunal foram planejados, é mais uma forma de apreciar o feito.

“Não se pode enfatizar o quanto de mais valoroso o sucesso do projeto Apollo representa, as conquistas são intermináveis”, começou a série “A Humanidade não merece ir à Lua”, que seguiu com as partes II, III, IV, V e… a parte final, que ainda deve ser publicada levando em conta as reviravoltas recentes na política espacial americana.

As missões Apollo foram e são motivo de orgulho e inspiração, registrados em vastas distâncias ou mesmo a 500 quadros por segundo, com tantos eventos, fenômenos e detalhes que poderiam se estender por ainda mais tempo. [via Nerdcore] Fonte: 100 nexos

E-books Grátis

Postado por João Paulo Em 20 de March de 2010

O Unibibliweb é um Portal de Serviços e Conteúdo Digital das principais universidades estaduais de São Paulo. Mantida pela USP, UNESP e UNICAMP, a biblioteca digital contém E-books de diversos assuntos como Ciência, Tecnologia, Engenharia, Administração e Direito.

Missão: Consolidar o trabalho participativo e integrado dos Sistemas das Universidades Estaduais Paulistas, buscando, principalmente, a cooperação, o compartilhamento e a racionalização dos recursos.

Visão: Ser modelo de excelência nacional no trabalho de forma cooperativa pelo serviço que presta à comunidade.

Histórico: O CRUESP/BIBLIOTECAS, iniciou suas atividades em 1999, como Grupo de Estudos, instituído pela Resolução do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (CRUESP) 149/99, tendo por objetivo a integração dos Sistemas de Bibliotecas da USP, UNESP e UNICAMP.

O CRUESP/Bibliotecas hoje é um consórcio que reune 89 bibliotecas, atendendo cerca de 180.000 usuários inscritos (docentes, alunos e funcionários), além de outros usuários pertencentes à comunidade externa, contando com um acervo de mais de 4.470.000 itens.

Coordenação Atual: O Consórcio CRUESP/Bibliotecas é coordenado pelos Diretores dos Sistemas de Bibliotecas das três Universidades Estaduais Paulistas.

Eliana de Azevedo Marques (USP)
Prof. Dra. Marta Ligia Pomim Valentim (UNESP)
Luiz Atílio Vicentini (UNICAMP)

Conheça:

http://bibliotecas-cruesp.usp.br/unibibliweb/cruesp_ebooks.html

Os efeitos reais da velocidade da luz nos astronautas

Postado por João Paulo Em 19 de February de 2010

O que aconteceria à tripulação de uma espaçonave viajando a 99,999998% da velocidade da luz? William Edelstein, da Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins, tem a resposta: doeria. E muito.

Edelstein, especialista em radiologia, usou a teoria da relatividade de Einstein e concluiu que os astronautas morreriam instantaneamente de excesso de radiação, devido à energia cinética dos átomos ao redor da nave. Os átomos de hidrogênio flutuando no espaço iriam chegar a 7 teraelétron-volts de energia, o equivalente a ficar no centro do Grande Colisor de Hádrons à potência máxima. Mesmo com uma carcaça de 10 centímetros de espessura, 99% da energia a atravessariam, destruindo os humanos e os circuitos internos.

A conclusão dele: “Os átomos de hidrogênio são minas espaciais inevitáveis.”

Felizmente, as naves espaciais podem ser muito mais do que motores gigantescos e carcaças de 10 centímetros de espessura. Alternativas teóricas, como a nave Alcubierre ou a nave de dobra espacial do Dr. Obousy não viajariam mais rápido que a velocidade da luz, mas dobrariam o espaço ao redor delas. E quem sabe o que descobriremos em nossa busca para chegar às estrelas. Afinal, nós humanos ainda estamos tentando entender a maior parte do Universo ao nosso redor.

Fonte: Gizmodo

O clima de forma interativa

Postado por João Paulo Em 18 de February de 2010

Você está cansado de ouvir falar em mudanças climáticas? Aquecimento global? Emissão de dióxido de carbono?

Dessa vez você poderá entender as mudanças climáticas de forma interativa, com o site do projeto “Laboratório Virtual”, da USP.

O endereço é:

http://www.ideiasnacaixa.com/laboratoriovirtual/mudancasclimaticas/

Sobre Mim

Ciência e Tecnologia: duas palavras que me encantam desde pequeno. A melhor coisa que tem é você fazer o que gosta, e hoje estou na Engenharia Mecânica, na Faculdade de Engenharia de Bauru, UNESP. Pesquisas científicas e desenvolvimento de projetos são meus objetivos. Abaixo, meu currículo Lattes:
http://lattes.cnpq.br/1198397415430883

Twitter

    Fotos

    Michonne01Michonne02Poor CYBERTRANI,home alone again with her probePetunia