Exatas e Biológicas: união que valoriza a vida

Postado por João Paulo Em 2 de March de 2012COMENTAR

                Em um mundo onde a interdisciplinaridade está em alta, nada mais justo que unir duas áreas tão clássicas quanto as Exatas e as Biológicas.

                Medicina, a Ciência brotada das mãos de Hipócrates, passou décadas tendo seus conceitos confundidos com atos sobrenaturais. Somente com o crescer da curiosidade e da busca da verdade, foi sendo cada vez mais considerada a solução para muitos problemas físicos e até mesmo psicológicos.

                Mas o avançar da Medicina deixou algumas lacunas tecnológicas que só puderam ser tapadas com o surgimento de conhecimentos interdisciplinares que associavam as Ciências Exatas às Biológicas, como foi o caso da Física Médica, o conhecimento físico utilizado para fins médicos . Leonardo da Vinci, em meados do século XVI, é considerado o primeiro físico médico, devido aos seus estudos relacionados à biomecânica como a locomoção humana e o movimento do coração e do sangue no sistema cardiovascular.

                Hoje, a biomecânica é uma das áreas que mais associa essas duas grandes áreas do conhecimento científico. Existem vários estudos que unem engenheiros, médicos, físicos, químicos, biólogos, entre tantos outros profissionais que se dedicam à Ciência. O desenvolvimento de próteses e de exoesqueletos são exemplos básicos da biomecânica.

                Mais recentemente, tem-se falado em noticiários do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis. Formado pela Universidade de São Paulo, ele tem trabalhado no Brasil e nos Estados Unidos em um projeto que se baseia em movimentar próteses mecânicas a partir do pensamento. Seu ideal para mostrar a importância de tal projeto, é conseguir que uma criança incapaz de andar possa, utilizando o exoesqueleto mecânico, dar o ponta pé inicial na próxima Copa. Algo tão surpreendente que já se fala em um possível Nobel ao cientista brasileiro. Porém tal demonstração é apenas um dos primeiros resultados de sua pesquisa que cresce a cada dia.

                Mas estudos de próteses não estão tão longe quanto se pensa. Na própria Universidade de São Paulo e na Universidade Estadual Paulista, ambas em Bauru/SP, há projetos envolvendo professores, graduandos, mestrandos e doutorandos de Engenharia Mecânica e Odontologia no projeto de próteses ortodônticas. A ideia é inicialmente analisar algumas próteses já existentes ou arcadas dentárias por meio de tomografia computadorizada e posteriormente trabalhar nesses dados em computador, projetando novas próteses e tecnologias ortodônticas. A análise computacional de resistência das próteses é realizada por meio de discretização da geometria (divisão em pedacinhos) por meio do Método dos Elementos Finitos, conhecido em Engenharia. Cada pedacinho fornece uma rigidez e uma deformação, dados utilizados para o cálculo de sua resistência.

                Em vista disso tudo fica clara a necessidade da integração entre essas áreas tão importantes no dia-a-dia. Seja Medicina, Física, Engenharia, Biologia, Química, ou qualquer outra Ciência que busque o conhecimento, a necessidade real que o mundo quer e que todos precisam são ideias inovadoras que ajudem muito mais que os próprios profissionais ou a quem deles tanto precisam, mas sim a Vida como um todo.

Estamos caminhando juntos com a tecnologia?

Postado por João Paulo Em 27 de February de 2012COMENTAR

Autora: Cibele Sidney

A tecnologia e a ciência estão caminhando juntas e numa velocidade assombrosa, mas, de repente, me deparo com jovens que não acompanham esse avanço. Hoje, nos deparamos com adolescentes que sabem utilizar celulares, computadores, Ipads e etc. de última geração, mas a questão é: Sabem realmente?

Os recursos utilizados num simples celular são tão grandes que nem temos tempo de aprender a utilizar. Hoje os adolescentes digitam cada vez mais rápido, trocam informações, músicas e etc., mas com que utilidade? Para que aprendem tudo isso se na hora de se comunicar, de redigir ou se informar não sabem fazê-lo.

Estamos no mundo onde é tudo muito grande ou muito pequeno, hoje não usamos mais o termo “mil”, usamos milhões, bilhões ou 1 000 000 ou 105 e infelizmente muitos não se dão conta disso. Diante de tal inovação tecnológica o mais natural seria que jovens procurassem cada vez mais a área, pois é uma área rentável, onde o crescimento e o conhecimento cada vez maior e melhor. Mas não é assim que as coisas funcionam, pois a coisa está inversamente proporcional, ou seja, quanto mais a ciência e a tecnologia avançam menor o número de pessoas interessadas e sabem por quê?

Porque é uma área que exige muito da curiosidade e do conhecimento e, pelo que vejo hoje em dia, ninguém está em busca do desafio, do difícil. O jovem hoje está em busca do saber, mas não do conhecer. Sabem mexer, mas não conhecem o funcionamento. É muito triste, pois vamos chegar num ponto onde não vai haver mais profissionais para as áreas tecnológicas e científicas. Mas e o progresso?

Médicos precisam de aparelhos, cada vez mais sofisticados, mas quem vai ter o conhecimento de criar ou fazer a manutenção desses equipamentos? Hoje temos tomografias que utilizam antipartículas e quem conhece as antipartículas? A ciência e a tecnologia, certo?

Agora faz sentido

Postado por João Paulo Em 14 de January de 2012COMENTAR

Estreando a nova seção do site… tirinhas sobre Ciência e Tecnologia!

E para começar, aí vai
“Agora tudo faz sentido!” 

Realize um RDD

Postado por João Paulo Em 4 de December de 2011COMENTAR

Realizar um RDD é muito fácil!

O nome Rei da derivada (RDD) pode ser utilizado por qualquer Instituição desde que não gere lucros para os organizadores, para a Instituição de Ensino ou para outrem. Em sala de aula, não há sequer a necessidade de comunicar sobre a realização do mesmo, contudo, seria muito apreciado se nos comunicassem sobre sua experiência por e-mail (fragelli@unb.br) para fazermos a divulgação no site oficial e para termos uma lista sobre as Instituições que já realizaram o RDD.

Para fazer um RDD você vai precisar dos seguintes documentos:

Resumo das regraschaveamentosúmula para chave com 8 participantessúmula para chave com 6 participantesdicas sobre as funções a serem inventadas pelo árbitro de derivada.

Como evento, a preocupação principal do prof. Ricardo Fragelli, idealizador do RDD, é que as regras não sejam alteradas preservando o padrão da atividade para todas as Instituições e professores que realizam. Vale lembrar que o Rei da Derivada está mais para uma “festa da matemática” do que uma competição no estilo “Olimpíada de matemática”. Além disso, compartilhando nossas experiências, podemos descobrir caminhos mais interessantes para a educação matemática e para própria evolução desta atividade.

Se você é professor universitário e tem interesse em ser coordenador do RDD em sua Instituição, por favor, nos envie um e-mail (fragelli@unb.br) e você será prontamente atendido.

Instituições que já realizaram o RDD:

Universidade de Brasília (UnB)

Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB)

Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)

Sociedade Educacional de Santa Catarina (SOCIESC)

Coloque o nome de sua Instituição na nossa lista!

Ajude nessa pesquisa!

Postado por João Paulo Em 3 de November de 20111 COMENTÁRIO

Olá pessoal! Venho dar uma dica e pedir o apoio em uma pesquisa do professor Alysson. Esse pesquisador vem tentando melhorar a qualidade da Educação Brasileira, principalmente sobre o Ensino de Física, por meio desse trabalho. A meu pedido, Alysson escreveu um texto resumindo o seu trabalho e como podemos ajudar.

Por favor pessoal, ajudem nessa pesquisa. Com menos de 5 minutos você, professor ou estudante, pode dar sua parcela de apoio para esse trabalho!

Com os programas governamentais atuais, o livro didático é um instrumento quase onipresente nas escolas, mas ainda sabemos muito pouco sobre ele. Especialmente sobre o seu uso em sala de aula. O debate acadêmico durante muito tempo esteve interessado em outras nuances do livro didático: como ele explora a História da Ciência? Quais são os erros conceituais que ele carrega? Qual a visão social que ele abarca? Qual seu valor como documento histórico? Mas a investigação didático-pedagógica ficou de lado e somente agora começa a ganhar corpo, tendo o professor Megid Neto da Unicamp e a professora Tânia Braga da UFPR como dois expoentes.

É nessa lacuna, de descoberta do uso efetivo do livro didático, que me insiro. Como o professor lida com o livro didático? Como o aluno o faz? Quais são as expectativas de ambos sobre o livro? O que faz um livro ter qualidades para o professor? E para o aluno? Essas são as respostas que quero ajudar a responder com minha pesquisa. Ao menos no que diz respeito à minha área de competência: a Física.

Porém, para estar a altura dessa pretensão, não me basta entrevistar professores e alunos do meu círculo de convívio. Daí a necessidade de pedir ajuda a inúmeros pesquisadores, professores e alunos. Preciso da opinião deles e, mais, preciso que ajudem a divulgar a pesquisa entre seus pares. Por isso, se você for professor de física ou aluno de ensino médio e quiser ajudar a produzir conhecimento científico e melhorar a qualidade de ensino no nosso país, peço que responda a esse questionário. Não demora nem 5 minutos, mas pode contribuir muito para o nosso futuro.

Questionário para os alunos: bit.ly/alunos2011
Questionário para os professores: bit.ly/pprof11

Sobre Mim

Ciência e Tecnologia: duas palavras que me encantam desde pequeno. A melhor coisa que tem é você fazer o que gosta, e hoje estou na Engenharia Mecânica, na Faculdade de Engenharia de Bauru, UNESP. Pesquisas científicas e desenvolvimento de projetos são meus objetivos. Abaixo, meu currículo Lattes:
http://lattes.cnpq.br/1198397415430883

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