Arquivos da Categoria ‘Educação’

UNESP divulga oportunidades

Postado por João Paulo Em 12 de February de 2010

A Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, campus de Bauru, tem novidades. Através do SAEPE (Seção de Apoio, Pesquisa e Extensão) juntamente com a FEB (Faculdade de Engenharia de Bauru), criou uma página que destina-se aos alunos e formandos.

A página contém informações de oportunidades de Estágio, Emprego ou Treinee. Ao abrir o link, você escolhe a categoria que deseja visualizar as oportunidades, e então aparecerá uma lista contendo o nome da empresa interessada, contato, vagas, requisitos e outras observações, incluindo a validade e o prazo para envio de currículo.

É uma oportunidade e tanto para quem deseja expandir-ser no mercado de trabalho.

O endereço da página é:

http://www.feb.unesp.br/dta/saepe/oportunidade_visualizar.php

Ciência e Carnaval…

Postado por João Paulo Em 12 de February de 2010

As fotos foram obtidas no site POLEGAR OPOSITOR

Em época de Carnaval, nada melhor que fazer um post sobre o tema. Mas aí vem um obstáculo, ou melhor dizendo, um desafio: como relacionar a Ciência com o Carnaval? Pode parecer estranho, mas em alguns carnavais do Brasil, a Ciência se encontra como foco de enredos, decorações e temas.

A Casa da Ciência, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, por exemplo, participou da elaboração do enredo “O sonho da criação e a criação do sonho: a arte da Ciência no tempo do impossível”, que deu a Unidos da Tijuca o título de vice-campeã, em 2004, na Marquês do Sapucaí. Para saber mais sobre o enredo, veja aqui.

Mas não é só de desfile na avenida que vive o carnaval. Essa época de alegria abrange o país inteiro e em Olinda, uma das maiores referências em carnaval nordestino, a tradição dos bonecos reuniu uma galera interessada pela Ciência e bolaram algo bem inovador para divulgá-la. Bonecos de cientistas famosos foram confecionados e entraram na festa. O bloco “Com Ciência na cabeça e frevo no pé”, da SBPC, colocaram na farra Darwin, Einstein, Santos Dumond e José Leite Lopes, físico tão pernambucano quanto o bloco, falecido em 2006.

Uma iniciativa explosiva, mas excelente.

Mais carnavais poderiam seguir a idéia da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), assim a Ciência ficaria mais próxima do povo, abrangendo interesse e expandindo um pouco do conhecimento. Além dos bonecos, o grupo abaixo também distribuiu folhetos com informações dos “personagens” e da iniciativa.

Cinco Desafios em C&T

Postado por João Paulo Em 11 de February de 2010

Superar esses desafios é crucial para o funcionamento, ampliação e reconhecimento do sistema de C&T brasileiro

por Marco Antonio Raupp
iStockphoto
Alguns avanços estão ocorrendo, como a nova lei que regulamenta o uso de animais em pesquisa

No último meio século, a atividade organizada de produção de conhecimento científico estabeleceu-se no país. No centro desse processo estiveram a reforma universitária, institucionalizando a pós-graduação, e a estruturação de um sistema de apoio e fi nanciamento à pesquisa e aos pesquisadores nas universidades e nos centros de pesquisa governamentais.
Como indicador de resultados desse sistema, temos hoje que o Brasil participa com 2% da produção científi ca mundial – resultado significativo, pois mostra que o nosso sistema básico de produção de ciência está do “tamanho econômico do país”, já que esse índice é basicamente o mesmo da participação do PIB brasileiro no PIB mundial.
Estabelecida uma plataforma básica importante para a ciência e tecnologia (C&T), a responsabilidade de ampliação com qualidade e atenção às demandas e necessidades da sociedade e do desenvolvimento do país, pelo seu bom e pleno funcionamento, é grande. Implica o enfrentamento de desafios que merecerão dedicação e esforços iguais ou maiores que aqueles já empregados na construção do sistema básico.
Apresento aqui cinco desses desafios, cuja superação é crucial para a saúde e o bom funcionamento do próprio sistema de C&T, para o reconhecimento de sua utilidade pela sociedade e para que as atividades dos cientistas contribuam para o equilíbrio social e regional do país.
O primeiro deles é a deficiente educação básica e média. A superação desse desafio requer o engajamento da comunidade científica. Não podemos nos furtar à participação, especialmente na questão do ensino das ciências e da matemática. As nossas melhores universidades devem priorizar a formação de bons professores, e em boa quantidade. Isso não vem ocorrendo. Pelo contrário, a formação de professores está sendo relegada àquelas instituições mais destituídas de condições e qualidades. Educação de qualidade é o mais importante requisito para a inclusão social.
A ampliação de vagas nas universidades públicas, sem perder a qualidade, é outro desafio. A vaga em instituição pública é a que de fato está aberta para os filhos da nova classe média, e o atendimento da demanda por profissionais de ensino superior e técnico é condição indispensável para o desenvolvimento do país.

A ciência brasileira está basicamente (cerca de 70%) localizada no Sudeste. Por razões estratégicas e de justiça federativa é uma situação que não pode perdurar, como um desafio para o planejamento estratégico e para as políticas de C&T. Temos de redirecionar investimentos federais e estimular fundações de amparo à pesquisa (Faps) locais, como já ocorre em alguns estados.
Em regiões como a Amazônia, o semiárido e a Plataforma Continental Marinha, o conhecimento científico é indispensável para uma intervenção econômica sustentável. É imperativa a atuação do sistema de ciência, tecnologia e inovação (C,T&I) nessas áreas. O aspecto estratégico impõe o desafi o de equacionar devidamente essa questão como forma de amenizar dificuldades regionais.
Outro desafio está na necessidade de aproximação entre o sistema universitário e as atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D) nas empresas. O Brasil já aprendeu a transformar recursos fi nanceiros em conhecimento; agora, precisamos aprender a transformar conhecimento em riqueza. Além do estímulo à participação de pesquisadores em projetos de interesse da empresa, mecanismos como incubadoras de empresas nascentes nas universidades, parques tecnológicos congregando universidades, centros de pesquisas e empresas com interesse em tecnologia e inovação, podem ser estimulados por políticas públicas para criar pontes de cooperação, em benefício da economia nacional.
Finalmente, há o desafio de superar um gargalo que decorre do fato de a C&T ser atividade recente entre nós. Sendo transversal a todas as outras, sua superação é importante para a boa fluência das demais. Legislações desenvolvidas em outras épocas e situações, voltadas para outros propósitos são confrontadas e/ou questionadas sistematicamente pelas atividades demandadas pelo desenvolvimento científico e tecnológico do país. São exemplos a coleta de material biológico de nossa biodiversidade, o uso de animais em experimentos científicos, a coleta e o uso de células-tronco embrionárias, as impropriedades legais na cooperação entre entidades científicas públicas e empresas privadas, o regime “ultrarrápido” nas importações de insumos científicos, e muitos outros.
Alguns avanços estão ocorrendo, como a nova lei que regulamenta o uso de animais em pesquisa, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre células-tronco, a Lei de Inovação e a Lei do Bem. Mas entendemos que uma revisão geral para identifi cação de gargalos, incluindo um estudo sobre o status institucional das organizações de pesquisa e o regime de contratação de pessoal, entre outros, é absolutamente indispensável.
Marco Antonio Raupp é matemático, exdiretor geral do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC)

Fonte: Scientific American Brasil

A pesquisa científica brasileira

Postado por João Paulo Em 11 de February de 2010

A pesquisa científica é hoje, no Brasil, uma ligação entre o desenvolvimento tecnológico do país e seu povo.

Os principais locais de pesquisa são as universidades, no caso do Brasil, destacam-se as públicas. Infelizmente a quantidade de artigos produzidos por elas ainda se encontram abaixo da média mundial.  Segundo o Capes, quem se encontra em primeiro lugar em produção de artigos são os Estados Unidos, com 283.935 artigos publicados entre 2006 e 2007. Nesse mesmo período, a Alemanha vem em segundo lugar e o Japão em terceiro. Nesse hanking, o Brasil passou de décimo sétimo para décimo quinto, com a publicação de 16.872 artigos. Já é um avanço.

Pesquisas mostram que a baixa produtividade de artigos afeta muito a área de humanidades. Grande maioria das pessoas preferem divulgações científicas na área médica. Um motivo para tal seria a “auto-avaliação” da saúde. Seguindo em frente, outra área de interesse são as inovações tecnológicas. Nesse padrão, as pesquisas mostraram que as humanidades ficam atrás.

Segundo a revista da Scientific American Brasil, “A história da Ciência, volume 3″, uma maneira menos artificial de elevar a produção de ciência no Brasil seria aumentar a eficiência da pesquisa na Amazônia. A grande biodiversidade encontrada na região abrange diversas áreas do conhecimento, abrindo leques para a pesquisa científica, principalmente na área biológica.

Na avaliação feita pela SBPC, na região trabalham 2 mil doutores, atualmente. Parece muito, mas o necessário seria pelo menos 20 mil. A maioria dos trabalhos publicados referentes à Amazônia, são de pesquisadores estrangeiros.

Fica evidente então que o Brasil, apesar de ter melhorado sua posição na publicação de artigos científicos, precisa melhorar e muito a qualidade das pesquisas, abranger outras áreas de conhecimento e, ainda, aumentar seu território de estudo. Investimentos são mais que necessários nessa hora. Por isso, empresas privadas são de extrema importância para a comunidade científica.

Juntando melhor educação com maior pesquisa, os estudantes são estimulados, e assim é possível melhorar o desenvolvimento do Brasil.

Freitas, J.P.O.

Vídeo: Brasileiros e Redes sociais

Postado por João Paulo Em 10 de February de 2010

A Agência Click realizou uma pesquisa sobre o perfil dos brasileiros diante às redes sociais. Confira o vídeo:

Sobre Mim

Ciência e Tecnologia: duas palavras que me encantam desde pequeno. A melhor coisa que tem é você fazer o que gosta, e hoje estou na Engenharia Mecânica, na Faculdade de Engenharia de Bauru, UNESP. Pesquisas científicas e desenvolvimento de projetos são meus objetivos. Abaixo, meu currículo Lattes:
http://lattes.cnpq.br/1198397415430883

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