Na busca pela sustentabilidade, as empresas automobilísticas estão a cada dia que passa com novas tecnologias de ponta.
Foi assim que a BMW resolveu aplicar o conceito de carro elétrico em seu modelo Mini Cooper, que passou a se chamar Mini Cooper E em sua versão elétrica.
A empresa divulgou o resultado dos testes práticos essa semana. A Oxford Brookes University foi a responsável pela avaliação dos resultados.
Segundo o site da Folha.com, o custo médio para rodar com o veículo por seis meses foi de 60 libras (cerca deR$ 154). As análises foram feitas em parceria com o governo britânico.
Para os testes, participaram 138 pessoas que avaliaram o carro entre 2009 e 2011, percorrendo o total de 415 mil km com o carro, dando uma média de 4830 km percorridos por cada carro.
Especificações:
O carro tem um motor de 206 cv fornecendo 20,8 kgf.m de torque. O mais incrível é que ele é capaz de rodar 240 km com apenas uma carga completa e pode atingir a velocidade máxima de 153 km/h.
O texto abaixo é uma proposta realizada pelo Engenheiro Eletricista Fernando Kiszewsk, sobre seu projeto de realizar a reciclagem de lâmpadas para obter produtos mais econômicos e que tenham o mesmo intuito: iluminar.
Hoje, mais do que em qualquer outro momento, necessitamos com urgência reciclar idéias e materiais. O projeto iluminação reciclada é a simples aplicação deste conceito.
Nossa proposta trata do desenvolvimento sustentável na produção de lâmpadas LED aplicadas a iluminação complementar, decorativa e utilitária. Tal proposta é embasada no reaproveitamento de lâmpadas fluorescentes sucateadas, geradoras de grandes volumes de lixo elétrico e tóxico.
Mas queremos mais do que apenas reciclar, desejamos gerar uma nova concepção no aproveitamento destes recursos.
Não nos enganemos, retrabalhar o lixo eletrônico/elétrico que todos nós contribuímos em produzir é um imenso desafio!
Construir lâmpadas LED viáveis a partir deste material é inovar esta tecnologia. Lâmpadas de baixo consumo, acessíveis, menos poluentes e com alguma “inteligência” agregada, certamente anuncia a nova era da iluminação.
Grande parte (mais de 90%) do material eletrônico empregado nos reatores delâmpadas fluorescentes compactas apresenta condições de reutilização. Esta “matéria prima”, quando bem incorporada ao sistema produtivo de fabricantes e recicladoras, contribuirá na diminuição dos custos de produção, podendo proporcionar uma reciclagem menos onerosa com ganhos ambientais significativos.
Iluminação reciclada é um projeto embrionário e que está gradativamente evoluindo. Os trabalhos e pesquisas são realizados com investimentos próprios e por conta disso os avanços e aprimoramentos são lentos. A iluminação a LED já é uma realidade, reduzir seus custos e melhorar resultados ambientais são alguns dos principais desafios desse projeto.
No vídeo “Iluminação Reciclada”, (http://www.youtube.com/watch?v=kPdOuzGk3Mk) produzido para divulgar este projeto, são apresentados alguns dos protótiposdesenvolvidos entre outras possibilidades desse universo.
-Lâmpadas LED coloridas
-Lâmpadas LED para iluminação de emergência
-Lâmpadas LED para iluminação utilitária.
Todas produzidas a partir da reciclagem de produtos e conceitos, proposições desse trabalho. A iluminação a LED sem dúvida é um grande avanço, agora, se ela for de origem reciclada o avanço será maior ainda!
Venha conosco! Invista nesta idéia e ajude-nos a aprimorá-la!
MONKEYBUSINESS DESENVOLVE APRESENTAÇÃO DO PROJETO “A CORRENTE DO BEM”
Ação, realizada hoje, 28/4, em 30 países, tem o objetivo de incentivar a prática do bem e deve atingir três milhões de pessoas
A MonkeyBusiness, agência de criação, design e planejamento de apresentações, é parceira e responsável pela apresentação do projeto “A Corrente do Bem” - http://vimeo.com/22977304 – , que ocorre hoje, 28 de abril, no Dia Mundial da Boa Ação, simultaneamente em 30 países, incentivando as pessoas a praticar gentilezas e fazer o bem.
Qualquer boa ação é bem vinda e se você quiser replicar essa atitude, no site www.acorrentedobem.org estão disponíveis cartões para imprimir e distribuir, disseminando a ideia da Corrente, criada pelo australiano Blake Beattie e inspirada no livro de mesmo nome de Catherine Ryan Hyde.
A meta para este ano é atingir três milhões de pessoas praticando boas ações em todo o mundo. De acordo com o que prevê o projeto, a dinâmica é simples: cada participante deve fazer três gentilezas e entregar aos beneficiados o cartão da campanha, que, idealmente, farão o mesmo para outras três pessoas, criando assim uma progressão geométrica de gestos de carinho, respeito e altruísmo.
Alexandre Franzolim, diretor de criação da MonkeyBusiness e um dos embaixadores do projeto, fala sobre a importância de participar. “O foco desta ação é o coração de cada um. É preocupar-se com o próximo, praticar a gentileza para gerar mais gentileza. Não queremos limitar esta ação para um único dia, mas sim fazer deste dia um marco, incentivando todos a praticar boas ações todos os dias. Fazer o bem, sem ver a quem, com sinceridade, sem esperar nada em troca”, diz.
Hoje existe uma crítica muito grande em cima das tecnologias. O mais discutido se baseia no fato de que as pessoas estão se fechando em seu mundo solitário e a comunicação e o contato direto estão se tornando segundo plano na vida como um todo.
Mas nem todas as tecnologias bloqueiam de fato a relação externa entre as pessoas. Foi assim que surgiram as intervenções urbanas digitais. Em 2010 aconteceu na Rua Augusta, um dos mais movimentados lugares noturnos de São Paulo, a Vídeo Guerrilha, organizada pela empresa Visual Farm, sob o comando do VJ Alexis. O evento transformou a Augusta em uma galeria de arte gigantesca que chamou a atenção de todos que passavam na região.
Veja abaixo a vídeo reportagem de Carol Thomé, da Band, sobre o evento:
Mas tudo isso não para por aí.
Este ano a Visual Farm e o VJ Alexis estão com novidades. Este ano terão apresentações especiais na Rio Music Conference (RMV) que acontecerá de 4 a 8 de março, comemorando o Carnaval 2011. A equipe vai explorar as possibilidades de mudanças visuais no palco Ipanema, por meio de projeção mapeada, técnica que permite o uso de imagens animadas sobre objetos.
O RMV é o maior encontro sobre música eletrônica e entretenimento do Hemisfério Sul, o Rio Music Conference é um ambiente para fechamento de negócios, networking entre executivos do mercado, artistas e fãs, difusão de informações e, claro, palco de apresentação para os maiores nomes da música eletrônica mundial. Um pólo de convergência do mercado que coloca o Brasil no mapa mundial dos negócios de música e entretenimento, apresentando o país a players internacionais.
De acordo com Alexis, a solução vem sendo utilizada no mercado de marketing promocional, publicitário e principalmente em eventos, como o Rio Music Conference, porque traz um efeito único e é uma atração à parte em qualquer espetáculo. “Nesse mapeamento computadorizado, a superfície dos objetos serve de tela para a projeção em 3D para, em seguida, o computador calcular como a imagem se ajustará com base nas curvas e reentrâncias dos objetos”, afirma.
Quer coisa melhor do que unir arte e tecnologia em um cenário como o do Rio de Janeiro?
Veja mais vídeos da VisualFarm no canal do youtube:
Há algumas semanas atrás recebi em meu e-mail o contato de Marco Antonio Clemente, o inventor do mecanismo “Gerador Nitromagnético”.
Marco vem trabalhando há algum tempo no processo de desenvolvimento de um sistema que possa gerar energia a partir dos conceitos da Física Eletromagnética. Recentemente conseguiu concluir sua invenção e patenteá-la.
A vantagem do uso do equipamento, segundo o inventor, é a capacidade de geração de energia elétrica barata, não poluente, 24 horas ao dia, sendo possível o funcionamento em qualquer região, mesmo nos grandes centros urbano.
O funcionamento do Gerador Nitromagnetico baseia-se na geração de energia elétrica a partir de movimento mecânico provocado pela repulsão de dois ou mais imãs em oposição e que estão inicialmente bloqueados através de uma blindagem magnética móvel sustentada a supercondutores.
Supercondutores são elementos metálicos que são capazes de conduzir electricidade sem qualquer resistência, desde que a uma baixa temperatura (aproximadamente -250 0C, dependendo de elemento para elemento). [1]
Atualmente Marco Antonio busca parcerias para o desenvolvimento e comercialização de seu produto. Para saber mais sobre a invenção e sobre como ajudar na difusão dessa nova tecnologia, acesse o site
Ciência e Tecnologia: duas palavras que me encantam desde pequeno. A melhor coisa que tem é você fazer o que gosta, e hoje estou na Engenharia Mecânica, na Faculdade de Engenharia de Bauru, UNESP. Pesquisas científicas e desenvolvimento de projetos são meus objetivos. Abaixo, meu currículo Lattes:
http://lattes.cnpq.br/1198397415430883