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E continua o Acelerador!
ENQUANTO ISSO, NO CIENTECNO… CONTINUAMOS COM O ACELERADOR DE PARTÍCULAS!
Para começarmos a construir nosso acelerador de partículas, vamos ter que saber um pouco sobre as partículas.
Bom, nos anos de 50 e 60 foram descobertas centenas de partículas menores do que as três já conhecidas: prótons, elétron e nêutrons.
E com o tempo, os aceleradores de partículas foram ficando cada vez maiores e a tecnologia cada vez melhor, possibilitando assim, que mais e mais partículas fossem descobertas.
Muitas delas sobrevivem por menos de um bilionésimos de segundo e outras se combinam entre elas, formando partículas cada vez mais estáveis. E foi assim que surgiu a nossa “Tabela Periódica das Partículas”, ou melhor, o nosso Modelo Padrão, através dessas detecções e observações.
Nós já conhecemos as quatro forças fundamentais que são:
- Nuclear Forte que mantém o átomo unido;
- Nuclear Fraca que faz parte do decaimento radioativo;
- Eletromagnetismo que faz a interação das partículas;
- Gravidade que é a força de atração entre massa e distância (essa todo mundo sente e conhece).
E, através dessas quatro forças que tivemos conhecimento das partículas e montamos nosso Modelo Padrão. Assim sendo, a matéria é dividida em:
- Léptons : Partículas Elementares que não matem o núcleo do átomo unido (ex. elétrons e neutrinos);
- Quarks: Ao contrário dos Léptons, mantém o núcleo unido;
- Antimatéria: as antipartículas, com as mesmas características das partículas, mas com cargas opostas;
- Hádrons: Partículas compostas (ex.prótons e nêutrons);
- Bósons – partículas carregadas que dão origem a outras.
E existem também os Férmions, que são os excluídos (coitadinhos), pois não são nem matéria e nem antimatéria. Então, você deve estar se perguntando: E o que eles são exatamente? São, simplesmente, Férmions e pronto!
Agora nós conhecemos um pouquinho das nossas partículas e podemos começar a nossa construção.
Iremos construir um acelerador linear, como o linac que está situado no Laboratório de Acelerador Linear de Stanford (SLAC), na Califórnia. E como o SLAC, precisaremos de 3 km de comprimento.
Decidi fazer ele linear, pois como eles fazem a mesma coisa que os circulares, só é mais fácil para cavar em linha reta do que em círculos não é mesmo? Nesse túnel colocaremos o nosso tubo de cobre, onde os nossos elétrons acompanharão as ondas que serão criadas pelos geradores de ondas (conhecido como clístrons).
Os eletroímãs é que vão manter as partículas alinhadas num feixe estreito até atingirem o alvo. E quando esse feixe atinge o alvo, no fim do túnel, os detectores irão registrar tudo, tanto as partículas quanto a radiação que será liberada.
Então, vamos começar cavando nosso túnel e colocando os devidos equipamentos, pois ainda tem mais coisas para fazer!
Realize um RDD
Realizar um RDD é muito fácil!
O nome Rei da derivada (RDD) pode ser utilizado por qualquer Instituição desde que não gere lucros para os organizadores, para a Instituição de Ensino ou para outrem. Em sala de aula, não há sequer a necessidade de comunicar sobre a realização do mesmo, contudo, seria muito apreciado se nos comunicassem sobre sua experiência por e-mail (fragelli@unb.br) para fazermos a divulgação no site oficial e para termos uma lista sobre as Instituições que já realizaram o RDD.
Para fazer um RDD você vai precisar dos seguintes documentos:
Resumo das regras, chaveamento, súmula para chave com 8 participantes, súmula para chave com 6 participantes, dicas sobre as funções a serem inventadas pelo árbitro de derivada.
Como evento, a preocupação principal do prof. Ricardo Fragelli, idealizador do RDD, é que as regras não sejam alteradas preservando o padrão da atividade para todas as Instituições e professores que realizam. Vale lembrar que o Rei da Derivada está mais para uma “festa da matemática” do que uma competição no estilo “Olimpíada de matemática”. Além disso, compartilhando nossas experiências, podemos descobrir caminhos mais interessantes para a educação matemática e para própria evolução desta atividade.
Se você é professor universitário e tem interesse em ser coordenador do RDD em sua Instituição, por favor, nos envie um e-mail (fragelli@unb.br) e você será prontamente atendido.
Instituições que já realizaram o RDD:
Universidade de Brasília (UnB)
Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB)
Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
Sociedade Educacional de Santa Catarina (SOCIESC)
Coloque o nome de sua Instituição na nossa lista!
CURSO DE ELEMENTOS FINITOS
O NCE, Núcleo de Cálculos Especiais, empresa de engenharia que presta serviços de análise estrutural pelo Método de Elementos Finitos (MEF) e soluções na área de CAE (Computer Aided Engineering), está com vagas abertas para o curso “Elementos Finitos- A base da tecnologia CAE”. São 35 vagas destinadas aos alunos da FEB e 10 para empresas da região.
O curso de 40 horas será ministrado pelo Prof. Dr. Avelino Alves Filho, com duração de cinco dias, 8, 9, 12, 13 e 14 de dezembro.
Para que a empresa confirme a realização do curso é necessário que haja um número mínimo de 20 participantes.
Os interessados a participarem do curso devem preencher uma lista de interesse disponível no site da Pro Junior (www.projuniorbauru.com.br)
Os participantes do curso terão direito a uma apostila e a um certificado.
O preço do curso para alunos da Unesp é de R$700,00 e R$2000,00 para as empresas.
Este valor pode ser parcelado em 3 vezes, pagos nos dias 17/10, 15/11 e 05/12.
Este curso está sendo viabilizado pelo Aerodesign, Baja e Pro Junior e conta com o apoio da FEB e do departamento de Engenharia Mecânica.
Dia Mundial da Boa Ação
MONKEYBUSINESS DESENVOLVE APRESENTAÇÃO DO PROJETO “A CORRENTE DO BEM”
Ação, realizada hoje, 28/4, em 30 países, tem o objetivo de incentivar a prática do bem e deve atingir três milhões de pessoas
A MonkeyBusiness, agência de criação, design e planejamento de apresentações, é parceira e responsável pela apresentação do projeto “A Corrente do Bem” - http://vimeo.com/22977304 – , que ocorre hoje, 28 de abril, no Dia Mundial da Boa Ação, simultaneamente em 30 países, incentivando as pessoas a praticar gentilezas e fazer o bem.
Qualquer boa ação é bem vinda e se você quiser replicar essa atitude, no site www.acorrentedobem.org estão disponíveis cartões para imprimir e distribuir, disseminando a ideia da Corrente, criada pelo australiano Blake Beattie e inspirada no livro de mesmo nome de Catherine Ryan Hyde.
A meta para este ano é atingir três milhões de pessoas praticando boas ações em todo o mundo. De acordo com o que prevê o projeto, a dinâmica é simples: cada participante deve fazer três gentilezas e entregar aos beneficiados o cartão da campanha, que, idealmente, farão o mesmo para outras três pessoas, criando assim uma progressão geométrica de gestos de carinho, respeito e altruísmo.
Alexandre Franzolim, diretor de criação da MonkeyBusiness e um dos embaixadores do projeto, fala sobre a importância de participar. “O foco desta ação é o coração de cada um. É preocupar-se com o próximo, praticar a gentileza para gerar mais gentileza. Não queremos limitar esta ação para um único dia, mas sim fazer deste dia um marco, incentivando todos a praticar boas ações todos os dias. Fazer o bem, sem ver a quem, com sinceridade, sem esperar nada em troca”, diz.
Sugestão de Pauta e fonte:
VOICE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL























