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Psicologia e Tecnologia: CIÊNCIAS NECESSÁRIAS

Postado por João Paulo Em 23 de May de 2010

Quando se pensa em tecnologia ou gestão de projetos, logo o comum é imaginar engenhocas futuristas e cientistas loucos. Mas a realidade se encontra um tanto quanto longe dessas imaginações fictícias.

A tecnologia vem alcançando, há anos, grande espaço no cenário mundial das empresas de qualquer área. Da mais campestre à mais extraordinariamente digital, as compahias tem se preocupado com equipes de inovação tecnológica, e é nesse contexto que uma ciência menos exata se encaixa: a Psicologia.

É fácil encontrar, nos dias atuais, profissionais se especializando no estudo de comportamentos humanos entre funcionários de empresas e desenvolvedores de projetos. Esse novo quadro tem aberto as portas para curiosidades quanto à liderança e gerenciamento de grupos de projeto.

Uma das áreas estudadas pela psicologia é a relação entre Inteligência e Criatividade. Duas qualidades de grande importância na hora de projetar uma inovação em uma empresa, visto que para isso é necessário o envolvimento de vários profissionais.

- Inteligência: é um potencial inato de uma pessoa, para fazer julgamentos adequados, aproveitar experiências ou para encontrar a maneira adequada de enfrentar os novos problemas ou novas condições de vida. [1]

- Criatividade: é a expressão de um potencial humano de realização, que se manifesta através das atividades humanas e gera produtos na ocorrência de seu processo. [2] Essa expressão capacita a qualidade de produção de um indivíduo.

Indivíduos criativos não são necessariamente inteligentes. A inteligência potencia um indivíduo a realizar ações que o favoreçam ou que sejam capazes de resolver um problema e transformá-lo favorável na dinâmica de desenvolvimento. Já a criatividade disponibiliza um favorecimento direto de forma menos formal. Ou seja, a criatividade aproveita a capacidade de um indivíduo para gerar produções de sucesso, transformando o lixo em luxo.

Um dos maiores exemplos de mentes inteligente e criativas está entre os legendários Steve Jobs, presidente da Apple© e Bill Gates, co-fundador da Microsoft©.

Por anos Jobs e Gates se viram entre competições muito acirradas. Sem se conhecerem passaram a querer desenvolver estruturas computacionais parecidas que na época ainda não existiam.

Nesse contexto, Gates com alguns amigos, em Harvard, resolveram querer entrar na “revolução”, como eles chamavam, e assim resolveram desenvolver um sistema operacional para o computador criado por uma empresa de informática da época.

Do outro lado estava Jobs, em sua garagem com alguns amigos também, estava tentando desenvolver algumas engenhocas computacionais.

Segundo o filme “Piratas do Vale do Silício”, de 1999, Jobs tinha como rival principal a IBM©, e tentava conseguir idéias de outras empresas a partir da manipulação das grandes mentes da Xerox©.

Com o tempo, Steve e Bill se conheceram e decidiram tentar uma parceria entre a Apple© e a Microsoft©. Mas Bill desenvolveu algumas tecnologias parecidas com a da Apple© e assim os dois tiveram conflitos que separaram as empresas definitivamente. Porém, mais tarde, um precisou do outro e Gates pôde então ver a frase que tanto dizia na prática “tente manter seus amigos próximos e seus inimigos mais próximos ainda”.

Steve Jobs é o personagem inteligente e Bill Gates o criativo.

Steve era capaz de julgar e aproveitar oportunidades para transformar os seus problemas em vantagens. Com isso ele conseguiu tirar grandes idéias de seus principais rivais tecnológicos e desenvolver uma grande empresa. Porém se fixou em detalhes que bloquearam alguns avanços, deixando a Apple© atrás da Microsoft©.

Gates conseguiu produzir idéias que revolucionaram a informática. Ele aproveitou conceitos desenvolvidos que se encontravam de forma “congelada” e aqueceu o seu desenvolvimento, criando produtos que até hoje são utilizados no mundo inteiro. Qualificou o processo e conseguiu se tornar o homem mais rico do mundo, durante um tempo.

Esse exemplo apenas serve para comprovar a necessidade do casamento entre inteligência e criatividade. Assim pode-se alcançar muito mais facilmente um objetivo em comum, ou seja, o sucesso. Uma empresa que visa buscar essa idéia, principalmente se for da área de projetos, com certeza alcançará reconhecimentos futuros.

[1]Liderança nas organizações, p. 18, Universidade Presbiteriana Mackenzie, SP.
[2]SAKAMOTO, C. K., Criatividade: uma visão integradora, Psicologia: teoria e prática, Universidade Presbiteriana Mackenzie, 2000, SP.

Relações Humanas

Postado por João Paulo Em 7 de March de 2010

A Teoria das Relações Humanas explica diversos assuntos sobre a relação inter e intrapessoal. Com ela é possível crescer educacionalmente e profissionalmente. De extrema importância para qualquer área, as Engenharias também têm como matéria obrigatória as “Relações Humanas no Trabalho”.

Sou estudante de engenharia mecânica e tive que fazer um trabalho sobre o assunto. Tentei inovar criando um trabalho online, disponível no subdomínio desse site…

www.cientecno.com/rh

Acesse o endereço acima e entenda um pouco mais sobre o que é, qual a importância e aprenda dicas sobre as RELAÇÕES HUMANAS.

A evolução na Engenharia

Postado por João Paulo Em 27 de January de 2010

Olha só o que Darwin não previa… Macacos estão cada vez mais inteligentes… Aí temos um ótimo exemplo de Darwinismo, propriamente dito, e Darwinismo Social (o qual seleciona os mais “aptos” da sociedade moderna). Sim, além de ficarem mais inteligentes, estão bem malandros…

A Transição dos Modelos Atômicos – Thomson – Rutherford

Postado por Luciano Henrique Em 14 de January de 2010

A possibilidade de compreensão dos átomos só foi possível devido à descoberta da radioatividade e a associação desse fenômeno às partículas emitidas pelo constituinte da matéria. Antes, acreditava-se que era impossível entender os átomos.
No decorrer desta busca, surgiram muitos modelos. Em 1910, Thomson propôs um modelo que é hoje conhecido como o “Pudim de Passas”. A massa densa do pudim, distribuída de forma homogênea, tinha carga positiva e os elétrons estavam mergulhados nela como se fossem passas. Porém, este modelo perdeu validade devido as observações e ao novo modelo proposto por Rutherford. O modelo atômico desenvolvido por Rutherford teve como base experimentos para o estudo da radiação alfa.
Para visualizar os efeitos da colisão de partículas alfa com o átomo, Rutherford colocou atrás da lâmina um anteparo coberto com sulfeto de zinco, pois sabia que as partículas alfa produziam um clarão ao colidir com este tipo de anteparo. Fazendo uma análise da situação, foi possível determinar o numero atômico que representa a carga elétrica total do núcleo.
Segundo o modelo de Thomson, seria quase impossível detectar uma partícula alfa com ângulos muito grandes. Porém, Rutherford e seus colaboradores observaram que a maioria das partículas alfa que colidiam defletiam com um ângulo maior que noventa graus. Com isso pode-se concluir que as partículas alfa deveriam estar encontrando pequenas regiões densas carregadas positivamente e sendo, assim, fortemente repelidas e o reduzido número de partículas desviadas indicava que cada um dos átomos que formavam a massa compacta da lâmina devia ser constituído de um grande espaço vazio com um centro pequeno e denso, carregado positivamente.
Logo, Rutherford invalidou o modelo de Thomson e em 1991 propôs um modelo onde considerava o átomo sendo constituído por duas regiões: uma pequena parte central com carga elétrica positiva – o núcleo; e outra, muito maior, onde estariam distribuídos os elétrons. Apesar dos experimentos apontarem como verdadeiro o modelo de Rutherford, ainda havia alguns questionamentos. Um deles estava relacionado com a possibilidade de se manter cargas positivas aprisionadas em uma região tão pequena. A outra estava relacionada com o valor de massa de alguns elementos, calculados segundo o modelo. Para este segundo, os químicos da época propuseram uma unidade básica de massa, definida como a massa do hidrogênio, as quais as massas de outros elementos seriam múltiplos.
Por outro lado, segundo o modelo de Rutherford, essa unidade de massa estava associada à massa do próton (partícula e carga unitária positiva que compõe o núcleo), visto que se sabia que a massa do elétron é desprezível se comparada à massa do próton. Assim, segundo o modelo de Rutherford, o átomo de Hidrogênio possui uma unidade de massa, pois em seu núcleo existe um próton. Tal resultado apresentava coerência com aquele estabelecido pelos químicos. A partir do Hélio, o resultado determinado pelo modelo era sempre menor doque o já estabelecido através de experimentos.

Sobre Mim

Ciência e Tecnologia: duas palavras que me encantam desde pequeno. A melhor coisa que tem é você fazer o que gosta, e hoje estou na Engenharia Mecânica, na Faculdade de Engenharia de Bauru, UNESP. Pesquisas científicas e desenvolvimento de projetos são meus objetivos. Abaixo, meu currículo Lattes:
http://lattes.cnpq.br/1198397415430883

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