Arquivos da Categoria ‘Pesquisa’

Gerador Nitromagnético

Postado por João Paulo Em 27 de February de 2011

Há algumas semanas atrás recebi em meu e-mail o contato de Marco Antonio Clemente, o inventor do mecanismo “Gerador Nitromagnético”.

Marco vem trabalhando há algum tempo no processo de desenvolvimento de um sistema que possa gerar energia a partir dos conceitos da Física Eletromagnética. Recentemente conseguiu concluir sua invenção e patenteá-la.

A vantagem do uso do equipamento, segundo o inventor, é a capacidade de geração de energia elétrica barata, não poluente, 24 horas ao dia, sendo possível o funcionamento em qualquer região, mesmo nos grandes centros urbano.

O funcionamento do Gerador Nitromagnetico baseia-se na geração de energia elétrica a partir de movimento mecânico provocado pela repulsão de dois ou mais imãs em oposição e que estão inicialmente bloqueados através de uma blindagem magnética móvel sustentada a supercondutores.

  • Supercondutores são elementos metálicos que são capazes de conduzir electricidade sem qualquer resistência, desde que a uma baixa temperatura (aproximadamente -250 0C, dependendo de elemento para elemento). [1]

Atualmente Marco Antonio busca parcerias para o desenvolvimento e comercialização de seu produto. Para saber mais sobre a invenção e sobre como ajudar na difusão dessa nova tecnologia, acesse o site

www.geradornitromagnetico.com.br

Lá estão postados arquivos explicativos sobre a invenção e também vídeos como esse abaixo, uma apresentação do projeto:


Um Vidro-Metal?

Postado por João Paulo Em 12 de January de 2011

Não é loucura o que está escrito no título. Já foi desenvolvido um vídro metálico, com propriedades de tenacidade e resistência entre as maiores já existentes.

Cientistas de Materiais na Califórnia desenvolveram o vidro metálico que é uma microamálgama feita de paládio, tem uma estrutura química que neutraliza a fragilidade inerente do vidro, mas mantém sua resistência. Ele não é muito denso, e é mais leve que o aço, com peso comparável a de uma liga de alumínio ou titânio.

  • Para entender a importância do material criado, é necessário entender que TENACIDADE é a energia necessária para o material se romper e RESISTÊNCIA é quanta força o material pode aguentar até se deformar. Para entender melhor, pense em um material cerâmico, como uma xícara: apesar de dura, ela quebra facilmente, ou seja, sua tenacidade é baixa.

Ele provavelmente tem a melhor combinação de resistência e tenacidade já alcançada, diz Robert O. Ritchie, cientista de materiais do Lawrence Berkeley National Laboratory, um dos autores de um trabalho que descreve o novo vidro. Ele não é o material mais resistente já criado, mas com certeza é um dos melhores, com uma combinação de resistência e tenacidade.

Os cientistas do Instituto vem trabalhando no desenvolvimento de vidros há anos, procurando uma maneira de deixar eles menos quebradiços.

Cada elemento quer se cristalizar efetivamente cada um da sua maneira, então o processo de cristalização é desacelerado, disse Ritchie. “Ele é 100% vidro: não há nada para impedir as fissuras [o vidro faz isso sozinho], e acreditamos que este seja um avanço importante.

O vidro é caro e difícil de se produzir, devido à quantidade de metais envolvida e ao processo necessário para resfriá-los. Por isso demorará um certo tempo para vermos um materialzinho desse sendo aplicado no nosso dia-a-dia. Mas vale a pena saber que ele já pode ser desenvolvido.

Informações de Gizmodo

Compósito Sensorial

Postado por João Paulo Em 12 de January de 2011

A busca por novos materiais e o desenvolvimento tecnológico de produtos cada vez mais resistentes aqueceu a pesquisa envolvendo materiais compósitos.

  • Materiais compósitos são aqueles compostos pela união de materiais diferentes que fornecem características específicas, formadas pelas características principais de cada material. Por exemplo a fibra de carbono, fibra de vidro, honeycomb, entre outros.

No meio dessas pesquisas surgem os cientistas do Instituto Fraunhofer, na Alemanha, que criaram um novo material compósito que possui “capacidades sensoriais” em toda a sua extensão.

O material foi desenvolvido pensando-se na questão de análises de cargas que os materiais estão submetidos quando aplicados em pás de geradores eólicos e superfícies de carros, por exemplo.

Atualmente ainda são utilizados sensores que são colados na superfície e submetidos a condições extremas do vento, analisando-se as características de deformação do material.

O novo material pode ser inserido no meio ou na superfície de peças estruturais feitas de materiais plásticos ou compósitos – o equivalente a instalar sensores na peça inteira. E ele pode entrar no processo normal de conformação, quando a peça ganha o seu formato final.

O “material sensorial” é uma mistura de plástico e metal, que entra em uma categoria chamada material compósito metal-polímero. Por poder ser formado por vários polímeros, é uma vantagem para diversas indústrias, pois além de poderem produzir os polímeros, sendo o material sintético, ele é mais fácil de ser produzido.

O funcionamento das suas Capacidades Sensoriais se dá pelas características de condutibilidade de calor e eletricidade. Quando o material é submetido a uma carga, sua resistência elétrica modifica-se podendo ser medida por fios ligados diretamente na superfície do material. Os sinais gerados são interpretados por um equipamento computacional de análise.

Como a leitura pode ser feita em diversos pontos, é possível determinar exatamente a coordenada onde a carga mais crítica foi aplicada e assim alterar o desenho, a performance ou a aerodinâmica do produto.

Segundo Arne Haberkorn, gerente do projeto, o material já foi testado em uma grande variedade de peças e aplicações e já está pronto para ser repassado à indústria.

A CIÊNCIA INVADE BAURU

Postado por João Paulo Em 19 de October de 2010

Semana Nacional de Ciência & Tecnologia movimenta a cidade Sem Limites

Começa na próxima segunda-feira (18/10) a Semana de Ciência e Tecnologia de Bauru (SNCT); o tema deste ano é “Ciência para o desenvolvimento sustentável”. Em sua 7ª edição, entre os dias 18 e 24 de outubro, o evento conta com a participação de mais de 40 instituições e centros de produção e difusão de C&T de Bauru e região. A Semana de C&T vai contar com quatro eventos principais: o Ciência-Tour, o Ciência vai à Escola, a Festa da Ciência e o Observatório Móvel.

No Ciência-Tour, na quarta e quinta-feira, alunos e professores da rede pública de ensino visitarão os centros bauruenses nos quais a ciência é a grande atração. O Ciência-Tour é uma visita monitorada que mostrará aos alunos como é produzida a ciência em cada instituição. Esta será uma grande oportunidade para despertar o lado cientista que existe em cada um.

A Semana também vai contar com o Ciência vai à Escola, de segunda a sexta-feira, evento no qual as escolas da rede pública de educação básica receberão as visitas de palestrantes voluntários para um bate-papo descontraído e informativo sobre ciência, desenvolvimento sustentável, história, artes, saúde, filosofia, informática e muito mais.

Na sexta-feira (22/10) acontece a grande Festa da Ciência no SESI do Horto Florestal. Distribuídos num espaço de aproximadamente 2000 m², as instituições apresentarão mais de 100 experimentos interativos. Os grandes destaques ficam por conta da Mini Estação Ciência com poço infinito, usina de bicicletas, super looping, experimentos com robôs, simulador de voo, veículos voadores experimentais, exibição de vídeos científicos, performance teatral, entre muitas outras atrações.

Fechando a SNCT, no sábado e domingo, o Parque Vitória Régia receberá o Observatório Móvel de Astronomia da Unesp de Bauru. Através de lunetas e telescópios, o público vai ter a chance de visualizar a Lua, Marte, Vênus e Júpiter, entre outros astros. Essa é uma grande oportunidade para as pessoas conhecerem os planetas e luas que compõe o sistema solar.

A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia de Bauru é uma realização da Coordenadoria Regional Bauru SNCT, Ministério da Ciência e Tecnologia e conta com o apoio estrutural do SESI, Secretaria Municipal de Educação, Diretoria de Ensino da Secretaria Estadual da Educação, IPMet/Unesp e Coordenadoria do Campus de Bauru da USP. Participam da Semana de C&T a Associação Amigos da Ciência (AAC), Atelier de Brinquedos, Instituto Lauro de Souza Lima, FC/Unesp, FEB/Unesp, FAAC/Unesp, Unesp Medicina Botucatu, FOB/USP, Faculdade Anhanguera de Bauru, HRAC/USP, IESB/Preve, ITE, Etec Astor de Mattos Carvalho/Cabrália Paulista, Fatec Bauru, Fatec Botucatu, Sest/Senat, Senai-Bauru, Senac Bauru, Senac Marilia, FIB, COC-Bauru, Dsolutions, JC na Escola, Sciencenet/Ver Ciência, Secretaria Municipal da Cultura, Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Sociedade do Sol, Piso Seguro, Emdurb, CTI/Unesp, USC, Net Bil, Colégio Batista, Sorri-Bauru, Radio Unesp FM, Uninter, Unip, SB Esperanto e Zoológico Municipal de Bauru. Apóiam o evento o Jornal da Cidade, TV TEM, Rádio Unesp FM, Sciencenet, W Pollice, BR Portais, Agência Aquário, Sky Radical, Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

João Paulo Benini, com Marcel Verrumo.

Assessoria SNCT/MCT-Bauru

Esquecer o Farol Alto? Nunca mais!

Postado por João Paulo Em 29 de July de 2010

É isso aí. Para aqueles motoristas esquecidinhos (quem nunca fez isso) que deixa sempre o farol alto acesso e acaba atrapalhando outros motoristas, chegou o COMMUTER. Esse sistema desenvolvido por três estudiosos, entre eles Dovany Nonato, promete trocar o facho dos faróis dos automóveis automaticamente.

Estudos mostram que a visão ofuscada pelo farol alto demora até sete segundos para ser recuperada, tempo em que um veículo a 80km/h percore 155 metros, o suficiente para causar um grave acidente. Pensando nisso, os pesquisadores explicam a importância do sistema. Seu funcionamento não é muito complicado de se entender. O COMMUTER é acionado automaticamente quando o farol alto do veículo é ligado. Dessa forma, a partir de sensores, o sistema identifica a presença de um carro vindo no sentido oposto e assim, diminui a incidência de luz contra esse veículo. E após o cruzamento, volta a aumentar a incidência de luz ao verificar a ausência de carros à sua frente.

O COMMUTER demorou cinco anos para ser desenvolvido e já foi homologado pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

Sobre Mim

Ciência e Tecnologia: duas palavras que me encantam desde pequeno. A melhor coisa que tem é você fazer o que gosta, e hoje estou na Engenharia Mecânica, na Faculdade de Engenharia de Bauru, UNESP. Pesquisas científicas e desenvolvimento de projetos são meus objetivos. Abaixo, meu currículo Lattes:
http://lattes.cnpq.br/1198397415430883

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