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Olho biônico com retina artificial está pronto para ser implantado

Postado por João Paulo Em 4 de April de 2010

Fonte: Redação do Site Inovação Tecnológica – 31/03/2010

Pesquisadores australianos apresentaram o protótipo de um olho biônico que está pronto para ser implantado no primeiro paciente humano.

A prótese ocular foi projetada para dar melhor qualidade de vida a pacientes com perda visual decorrente da retinite pigmentosa e da degeneração macular.

Olho biônico

O olho biônico, que até agora se encontrava em testes, consiste de uma câmera super miniaturizada e de um microchip implantado na retina do paciente.

A câmera, montada na estrutura de um par de óculos, capta a entrada visual, transformando-a em sinais elétricos que são enviados para o microchip.

O microchip, por sua vez, estimula diretamente os neurônios da retina que continuam saudáveis, apesar da enfermidade.

O implante permite que os pacientes ganhem uma visão em baixa resolução, devido ao pequeno número de células sadias da retina, e limitada pela quantidade de eletrodos da retina artificial.

Implante de retina

“Nós vislumbramos que este implante de retina dará aos pacientes uma maior mobilidade e independência, e que as futuras versões do implante acabarão por permitir que os usuários reconheçam rostos e leiam letras grandes,” diz o professor Anthony Burkitt, membro da equipe responsável pela fabricação do olho biônico.

O objetivo dos pesquisadores é passar de algumas manchas de claridade pouco definidas para uma visão biônica verdadeira dentro de cinco anos.

Até lá, eles planejam contar com uma retina artificial implantada na parte posterior do olho, recebendo os sinais captados pelas câmeras por meio de conexões sem fios.

O olho biônico está sendo fabricado por uma empresa emergente criada pelos próprios pesquisadores, a Bionic Vision Australia, reunindo médicos, oftalmologistas, neurocientistas, engenheiros biomédicos e engenheiros eletricistas das universidades de Melbourne, Nova Gales do Sul e do Centro de Pesquisas dos Olhos, todos na Austrália.

Educação Físico-mental

Postado por João Paulo Em 28 de March de 2010

Voltando para casa um dia desses, me deparei com algo um tanto diferente: alguns garotos faziam algumas manobras com skate na praça aqui ao lado. Agora você pode me perguntar “O que há de tão diferente nisso?”. Pois é, o diferente é que para pegar impulso e conseguir subir o suficiente na rampa (que só tinha uma lateral) para fazer uma manobra radical, eles usavam uma Biz. Sim! Uma Biz…

A coisa toda funcionava assim: o cara sobre o skate agarrava na garupa da Biz e essa acelerava até chegar bem perto da rampa, e nesse momento o cara soltava da moto e subia bem alto… bom, a princípio não parece algo tão divertido assim, mas isso me fez pensar em um assunto…

A RELAÇÃO ENTRE A CIÊNCIA E OS ESPORTES RADICAIS

Talvez, inconscientemente, os garotos estavam provando as leis da física numa brincadeira divertida. A inércia, a conservação e transformação de energia são apenas alguns exemplos, mas ainda temos as teorias biológicas de sistema nervoso, gasto de ATP e muito mais…

Daí veio uma idéia interessante… Por que não usar os esportes para divulgar a Ciência? Foi pos isso que resolvi buscar sobre o assunto na nossa enciclopédia virtual: a Internet.

Vasculhando alguns sites, encontrei um norte-americano Chamado “Sport! Science”. Na página eles têm alguns esportes cadastrados com informações super interessantes científicas. Dicas, aplicações para melhores rendimentos e teorias de como tudo funciona…

O site é: http://www.exploratorium.edu/sports/

Um exemplo interessante que tem no site sobre esses assuntos é “a ciência do ciclismo” ou “Science of Cycling”, com dicas até de aerodinâmica.

Bom, essa é a dica. Da próxima vez que você for à academia e ver aqueles pesos e roldanas, lembre-se das teorias mecânicas que você aprendeu no colégio ou pense no que Newton desvendou com o passar dos anos…

Além de exercitar o corpo, EXERCITE A MENTE!

Propaganda “do corpo humano”

Postado por João Paulo Em 16 de March de 2010

A empresa Hybrid Medical Animation é especializada em animações gráficas médicas, como o próprio nome inglês diz.

Em seu site ela disponibiliza uma animação que vale a pena ser vista. É um vídeo de propaganda, porém essa “vale a pena de ser vista” como diria o blog “Ecce Medicus”.

Para ver o vídeo, clique no link abaixo:

http://www.hybridmedicalanimation.com/demoReel.html

http://vimeo.com/9581288

Exclusivo: Livro sobre cerrado de Bauru

Postado por João Paulo Em 16 de February de 2010

No mundo há muitos livros. Alguns de fotografias. Outros de ecossistemas. O professor Osmar Cavassan, da Unesp de Bauru, teve a idéia de juntar tudo isso e fazer um livro mostrando o cerrado da região de Bauru.

Cavassan foi convidado pelo CienTecno para falar um pouco sobre o projeto e o livro, e de prontidão enviou o texto abaixo, que com exclusidade é publicado aqui. Meus agradecimentos ao professor e à sua atenção.

“De olho no cerrado” de Bauru

Cerrado é o nome popular das Savanas Brasileiras. Sua área nuclear ocorre no Brasil Central, com áreas disjuntas na região amazônica entre as florestas e com expansões nos Estados de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e São Paulo, onde cobria no início do século passado aproximadamente 21% do território paulista.
Compartilha, portanto, naquele Estado, com matas do bioma Mata Atlântica. Em Bauru, a ocorrência do cerrado resulta da expansão do cerrado do Triângulo Mineiro pelo interior do estado de São Paulo na direção norte-sul.
Registros do início do século XX, indicam que neste Município tínhamos matas e campos, referência popular ao cerrado. O rio Bauru, seria um divisor destes dois tipos de vegetação, sendo que, na margem esquerda tínhamos matas e na direita, cerrado.
As matas sempre despertaram mais interesse, uma vez que estão associadas à solos mais férteis para a agricultura, enquanto cerrado ocorria em solos arenosos, altamente permeáveis, ácidos e menos férteis para a agricultura. Assim, culturalmente, cerrados eram vistos como “matinhas secas, pobres, com árvores pequenas, cascudas e tortuosas”.
As pesquisas realizadas neste tipo de vegetação revelaram, no entanto, uma rica biodiversidade, com interações com fauna, clima e solo, bastantes importantes. Há mais de trinta anos, desenvolvemos pesquisas no cerrado de Bauru. No entanto, os resultados são, normalmente, comunicados à outros pesquisadores em revistas científicas e congressos. A comunidade, assim como, no ensino formal estas informações não são disponíveis.
Recentemente, pesquisamos também em “ensino de ciências”, sendo que uma das preocupações é a transposição didática daquilo que se pesquisa na Universidade, com as escolas, principalmente em nível fundamental e médio. Da mesma maneira, através de atividades de extensão, tem-se a preocupação de disponibilizar à comunidade, tais informações.
O projeto do livro “De olho no Cerrado”, surgiu de um projeto anterior que não se concretizou sobre “Vegetação e flora da região de Bauru”, desenvolvidos por mim e por Olício Pelosi, professor de fotografia na FAAC – UNESP.
A partir de um convite seu, em nome do grupo Focopoint, formado por várias pessoas que gostam e estudam fotografia, planejamos registrar detalhes do cerrado presente no município de Bauru. Assim, em 16 trabalhos de campo, nas manhãs de sábado ou domingo, eu indicava um local onde existia um fragmento de cerrado, tais como, reserva legal da UNESP, Jardim Botânico Municipal de Bauru, Reserva Ecológica da Sociedade Beneficente “Enéas de Carvalho Aguiar” e outros remanescentes em loteamentos na periferia da cidade.
Nestas excursões, mostrava as espécies com flores, identificava-as e procurava acrescentar alguma outra informação de caráter científico ou cultural. Com a sensibilidade de fotógrafos que vai além de saber operar uma câmera, foram feitas centenas de fotos por cada membro da equipe, algumas já apresentadas em algumas exposições em Bauru. Deste acervo, também foram escolhidas 180 fotos para compor o livro “De olho no Cerrado”, lançado no dia 04 de fevereiro de 2010 na Estação Bar.
Assim, fica a expectativa de que, sob este novo ângulo de observação, o cerrado desperte na comunidade, em especial naqueles que tem o poder de decidir sobre o seu destino, sentimentos estéticos que revelam a riqueza de vida e a importância em manter vivo este importante ecossistema.

Bauru, 16 de fevereiro de 2010

Osmar Cavassan

Abaixo, equipe formadora do projeto.

Em pé da esquerda para a direita: Maria Alice Campitelli, Luiz Fernando Furtado, Silvio Serrano, Prof. Osmar
Cavassan, Edward Albiero, Lars Krook, Rodrigo Vicentini, Celso Melani. Agachados, da esquerda para a direita:
Maria Scaglione, Olicio Pelosi, Nilton Scudeller, Márcia Malmström, Denise Joaquim, Telles Nunes.
Imagem cedida pelo professor Osmar Cavassan

Slide 1

Em pé da esquerda para a direita: Maria Alice Campitelli, Luiz Fernando Furtado, Silvio Serrano, Prof. Osmar
Cavassan, Edward Albiero, Lars Krook, Rodrigo Vicentini, Celso Melani. Agachados, da esquerda para a direita:
Maria Scaglione, Olicio Pelosi, Nilton Scudeller, Márcia Malmström, Denise Joaquim, Telles Nunes.

Testes com células-tronco em humanos podem começar em 2010, afirma cientista

Postado por Luciano Henrique Em 8 de February de 2010

Terapia para lesões de medula está próxima, diz brasileiro Stevens Rehen.
Na última semana, novo método para criar neurônios foi divulgado.

Iberê Thenório Do G1, em São Paulo

Os primeiros testes com células-tronco em seres humanos estão próximos de acontecer, relata o cientista Stevens Rehen, um dos maiores especialistas do Brasil nesse assunto. Segundo o pesquisador, que trabalha na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), quem está mais próximo de testar uma terapia usando células-tronco é a empresa Geron, dos EUA, que estuda técnicas para regenerar lesões na medula espinhal.

Na semana passada, um estudo da Universidade Stanford provou que é possível converter células da pele diretamente em neurônios, sem que seja necessário transformá-las antes em células-tronco.

Em entrevista ao G1, o cientista comemorou os resultados da pesquisa, mas ressaltou que ainda são necessários testes para saber se o procedimento não gera teratomas – tumores que podem aparecer em tecidos humanos gerados com células-tronco.

O pesquisador também alertou para novos dilemas éticos que podem surgir com o avanço das descobertas na sua área. Confira, abaixo, a conversa com Stevens Rehen. Para entender melhor o assunto, veja no infográfico quais são os três métodos conhecidos para mudar a função das células e torná-las úteis no tratamento de doenças.

A entrevista pode ser vista na integra no site do g1.

Sobre Mim

Ciência e Tecnologia: duas palavras que me encantam desde pequeno. A melhor coisa que tem é você fazer o que gosta, e hoje estou na Engenharia Mecânica, na Faculdade de Engenharia de Bauru, UNESP. Pesquisas científicas e desenvolvimento de projetos são meus objetivos. Abaixo, meu currículo Lattes:
http://lattes.cnpq.br/1198397415430883

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