Investigadores alertam para possíveis apagões durante Jogos Olímpicos de Londres
A atividade na superfície do Sol tem estado cada vez mais intensa e poderá provocar interferências nas redes de comunicação da Terra nos próximos dois anos, segundo alertou um grupo de cientistas em antecipação ao lançamento de um novo observatório solar da Nasa.
Novas fotos de telescópios espaciais mostram um aumento significativo das chamadas labaredas solares e de regiões de poderosos campos magnéticos, conhecidos como pontos solares, após um período de baixa atividade solar (verificada em quase um século).Segundo os investigadores, o pico da atividade poderá ocorrer em meados de 2012 e funcionará de forma a prejudicar o campo de proteção magnética da Terra: aumentando o risco de problemas nos sistemas de comunicação e na distribuição de energia elétrica – como transmissões de televisão e redes de internet e o risco de apagões durante os Jogos Olímpicos de Londres.
“Nos últimos três anos, a superfície do Sol acalmou, mas a cada 11 anos as labaredas reaparecem, e de repente retomam a atividade”, afirmou à BBC Heather Couper, ex-presidente da Associação Britânica de Astronomia.
Explosões e labaredas
Acrescentou ainda que “o Sol é uma grande massa magnética, e se há qualquer interrupção nos campos magnéticos, então teremos essas incríveis explosões e labaredas que provocam vários fenômenos, como as auroras boreais”.
No passado, esta ocorrência já fora a possível origem da interrupção dos negócios nas bolsas de valores de Tóquio e no Canadá. Apesar de os cientistas conhecerem bem as consequências, ainda não têm muitas explicações para a origem do fenômeno, muito menos condições para prever que aconteça.
Os investigadores esperam que o lançamento do Observatório de Dinâmica Solar da Nasa, os ajude a recolher dados que permitam prever antecipadamente a ocorrência de labaredas solares e de tormentas magnéticas.
Segundo estes, as consequências podem ser minimizadas desligando circuitos eletrônicos sensíveis antes das tormentas magnéticas, reduzindo o risco de danos a satélites de transmissão. A sonda da Nasa, ficará na órbita da Terra durante cinco anos para investigar as causas atividade solar intensa.
fonte: www.cienciahoje.pt/index.php?oid=39582&op=all#cont



iram na lua Titã, que orbita o planeta Saturno, um gigantesco mar, maior que o Mar Cáspio, considerado o maior mar interno da Terra. Nesta quinta-feira (17), o Centro Alemão Aeroespacial (DLR) anunciou que o mar de Titã, descoberto por membros do instituto de estudos planetários de Berlim do DLR, tem uma superfície de até 400 mil quilômetros quadrados.




















