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Fatos da Internet

Postado por João Paulo Em 5 de February de 2010

A cada dia que passa há uma nova manchete de destaque. Hoje quero dar esse auge para algumas notícias que li na Folha de São Paulo.

A Internet hoje é um grande império. Seguidores de várias caras e intelectos se submetem a esse imperador digital. Isso não é uma crítica negativa, não somente. Basta ver a Internet como uma pessoa: tem seu lado bom e seu lado ruim. Consegue disseminar verdades ou mentiras. É capaz de alienar um povo ou informar outro. Atualmente ela foi até indicada ao prêmio Nobel da Paz! Sim, isso não é mentira. Li e reli: “Internet é indicada ao Nobel da Paz”.

Mas com os avanços do mundo moderno, as crianças estão se desligando do mundo real e a Internet passando a ser a vilã dessa história. Infelizmente os novos adolescentes estão se deixando levar pela rapidez da modernidade e esquecendo origens, culturas e educação. Até o prazer da leitura está desaparecendo.

O que poderia então comprovar esse fato? Simples. Já foi comprovado por pesquisa científica que o interesse pelos blogs estão desaparecendo. O motivo para tal é o desinteresse na leitura e na escrita. Os jovens estão achando uma perda de tempo passar alguns de milhares de tempo no computador, escrevendo ou lendo uma notícia informativa, um artigo, uma crítica, ou simplesmente, um diário virtual.

A moda agora é escrever pouco e rápido. Mais que isso (ou seria menos?) escrever tudo com 144 caracteres! Cada dia menos letras, cada dia menos informação… infelizmente daqui uns dias serão 100, 50, 20… e assim por diante.

Mas há quem prefira o antigo blog! Ou melhor, prefira os dois! É o caso de Marina Silva, candidata à presidência da República. Há alguns dias, disse que “nem tem tempo para Twitter” quando comentou um perfil falso no site. Mas agora, em tempos de candidatura, ela encontrou um tempinho até maior. Além de um perfil no Twitter, também tem um blog! E para quem parecia não se interessar muito por tecnologia, até que houve um certo avanço: ela até participou de aula de Internet na Campus Party Brasil.

Agora, sem hipocrisia, devo dizer que também tenho blog. O blog é uma ferramenta moderna para difundir conhecimento e informação, embora muitos utilizem-no para outros objetivos bem menos educativos. O twitter do site está pobrezinho que só, desculpem os seguidores, mas é que paciência para contar os caracteres do que quero dizer, eu ainda não tenho.

Freitas, J.P.O.

MIT + Brasil

Postado por João Paulo Em 5 de February de 2010

MIT lança programa de cooperação com o Brasil

Deixando um rastro de fumaça para trás, o Cristo Redentor apareceu estampado na capa da prestigiosa revista inglesa The Economist, que dedicou 14 páginas de uma edição de novembro de 2009 para uma reportagem especial sobre a decolagem dos negócios e finanças no Brasil. Sob o mesmo clima de otimismo, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) realizou, na mesma semana, a primeira sessão de orientação para alunos e pesquisadores interessados em participar do “MIT-Brazil”, programa que prevê estágios de alunos do MIT em empresas, universidades e institutos de pesquisa brasileiros. Aliado a isso, projetos de colaboração em pesquisa e inovação entre Brasil e o instituto serão também incentivados. Demais atividades previstas no programa incluem a realização de conferências, workshops e palestras.

Lançado oficialmente em julho de 2009, o MIT-Brazil é a 11º Iniciativa Internacional em Ciência e Tecnologia do instituto, seu maior programa internacional, responsável pelo envio de cerca de 400 alunos por ano para diversos locais do mundo. O programa voltado para o Brasil se destaca por ser o primeiro da América do Sul, o segundo da América Latina, depois do México.

O estímulo para a parceria com o Brasil veio de Suzanne Berger, diretora geral dos programas, juntamente com Richard Locke, professor do Departamento de Ciência Política e da Escola de Administração Sloan, ambos do MIT. Locke, que já deu aula na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), divide a diretoria do programa com Ben Ross Schneider, professor do Departamento de Ciência Política do instituto.

Segundo Schneider, ao contrário dos programas tradicionais Brasil-EUA, o objetivo do “MIT-Brazil” não é só estudar o Brasil ou entender como o país funciona. “Temos problemas e desafios em comum, vamos trabalhar juntos e é nessa linha que esperamos desenvolver os projetos”, diz. Outra diferença importante está no enfoque em ciência, engenharia e ciências sociais. Os programas já existentes são voltados, sobretudo, para literatura, cultura, música. Energia, meio ambiente, empreendedorismo e igualdade são as áreas de interesse listadas até o momento, mas pode haver outros interesses.

Um estudo que mediu o impacto e o papel empreendedor do MIT, em 2009, concluiu que, se as empresas ativas fundadas por seus alunos formassem uma nação independente, seus rendimentos seriam equivalentes aos da 17ª maior economia mundial, em estimativa conservadora. O estudo foi realizado pela Fundação Kauffman sob a orientação de Edward B. Roberts e Charles Eesley. Olhando para o empreendedorismo no Brasil, Schneider destaca a importância não só de grandes empresas brasileiras como a Vale, Embraer e JBS, mas também do aumento no número de pequenas empresas em fase inicial de implementação e organização que se observa atualmente no país.

Brasil e EUA estão fechando outras parcerias de cooperação científico-tecnológicas, incentivadas pelo ministro de Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, que viajou com uma comitiva brasileira para Washington, em novembro de 2009.

O momento aponta para um futuro de cooperações profícuas. Até a viagem ao Brasil da presidente do MIT Susan Hockfield, prevista para 2011, muitas das parcerias possivelmente estarão concretizadas.

Cristina Caldas

Fonte: Revista Ciência e Cultura


Fim de férias

Postado por João Paulo Em 4 de February de 2010

troteApesar de estar trabalhando bastante no projeto desse site, ainda sou estudante universitário e acabo de me lembrar um pequeno detalhe: AS FÉRIAS ESTÃO ACABANDO… É, férias são dias super esperados por qualquer categoria de estudante. Mas um dia elas acabam. E por meio deste post venho comentar alguns acontecimentos.

Acabam as férias de verão e logo começam novamente as aulas nas universidades, e junto a elas vêm o tradicional TROTE! Essa palavra é vista por muitos como uma alegria (“afinal, passei no vestibular…”) ou medo (“…mas e se eu apanhar demais?”). Hoje, infelizmente, o trote é visto como algo constrangedor e violento, sendo exceção em algumas universidades.

Iniciam as aulas e os novos estudantes (calouros, ou bixos) passam pelo ritual de primeiro contato com os estudantes antigos (veteranos). É a mesma coisa todo ano: a TV mostra os casos de tortura, estudantes indo parar no hospital e cenas de humilhação em público. Mas em algumas universidades brasileiras, essa história está mudando. Há trotes solidários como doação de sangue e alimentos, plantação de árvores, entre outros. Há também algumas gincanas esportivas e culturais e a apresentação da universidade aos novos estudantes. Pena que trotes como esses ainda são minoria no Brasil.

O trote estudantil não é uma exclusividade brasileira, muito menos foi inventado no Brasil. Seu histórico pode ser traçado a partir do começo das primeiras universidades, na Europa da Idade Média (Vasconcelos, 1993, p.13). Nestas instituições, surgiu o hábito de separar veteranos e calouros, aos quais não era permitido assistirem as aulas no interior das respectivas salas, mas apenas em seus vestíbulos (de onde veio o termo “vestibulando” para designar estes novatos). Por razões profiláticas, os calouros tinham as cabeças raspadas e suas roupas muitas vezes eram queimadas.

Em Portugal, os trotes violentos (como o notório “Canelão”) podem ser rastreados a partir do século XVIII na Universidade de Coimbra. Não por coincidência, estudantes da elite brasileira que por lá realizaram parte de seu processo educativo, trouxeram a “novidade” para o território nacional (Zuin, 2002, p.31). Em decorrência disso, surgiram desavenças entre veteranos e calouros que culminaram com a morte, em 1831, de um estudante da faculdade de Direito de Olinda, Pernambuco – seria a primeira, mas lamentavelmente não a última vítima de um trote violento no Brasil.

O trote violento é RIDÍCULO, só denigre a classe estudantil e a própria universidade. Sou favorável ao TROTE AMIGO, aquele famoso batizado, pintura, gincana, dança, trote solidário, até mesmo porque é necessário uma comemoração ao ingresso… Agora, tortura? Isso não…

DIGA NÃO AO TROTE VIOLENTO!

Fonte da imagem: http://www.brasilescola.com/upload/e/trote-estudantil.jpg

“Viciados” em Internet mais propensos a Depressão

Postado por João Paulo Em 4 de February de 2010
1,2% das pessoas analisadas é viciado em Internet

Pessoas que ocupam muito do seu tempo a navegar na Internet apresentam maiores riscos de sofrer de depressão, alerta um estudo realizado no Reino Unido por investigadores da Universidade de Leeds.

Este primeiro estudo realizado em grande escala para avaliar esta questão numa população europeia foi publicado na edição de Fevereiro da revista Psychopathology e procurou analisar o fenómeno de utilizadores que têm desenvolvido um uso compulsivo da Internet, substituindo a interacção social no mundo real pelo virtual, através das redes sociais, chats e outros serviços semelhantes.

Os investigadores constataram assim que este tipo de dependência pode ter impactos sérios na saúde mental. “A Internet ocupa hoje parte importante na vida moderna, mas os seus benefícios são acompanhados por um lado negro”, sublinhou Catriona Morrison, um dos autores do estudo.

“Enquanto a maioria usa a rede mundial para se informar, pagar contas, fazer compras e trocar e-mails, há uma pequena parcela dos utilizadores que acha difícil controlar o tempo gasto on-line. Isso ao ponto em que tal hábito passa a interferir nas suas actividades diárias”, apontou a cientista.

Os “viciados em Internet” passam, proporcionalmente em relação à maioria dos utilizadores, mais tempo em comunidades virtuais e em sites pornográficos e de jogos. Os investigadores verificaram que esse grupo tem incidência maior de depressão de moderada a grave.

“A nossa investigação indica que o uso excessivo da Internet está associado à depressão, mas o que não sabemos é o que vem primeiro. As pessoas depressivas são atraídas pela Internet ou é o uso da rede que causa depressão?”, questionou Catriona.

Foram examinadas 1319 pessoas com idades entre 16 e 61 anos. Do total, 1,2 por cento foi considerado como “viciado”. Apesar de ser uma pequena parte do total, segundo os investigadores, o número de internautas nessa categoria tem crescido. No estudo, os psicólogos observaram que esse grupo era formado principalmente por utilizadores mais jovens, com a idade média de 21 anos.

“Está claro que, para uma pequena parte dos utilizadores, o uso excessivo da internet é um sinal de perigo para tendências depressivas. Precisamos considerar as diversas implicações dessa relação e estabelecer claramente os efeitos desse uso na saúde mental”, concluiu Catriona Morrison.

Fonte: Cienciahoje.pt

A Biotecnologia

Postado por João Paulo Em 1 de February de 2010

No mundo atual um dos assuntos mais discutidos é o da Biotecnologia. A ciência que, pelo próprio nome diz, envolve a biologia num conceito tecnológico. Mas pouca gente entende bem o que ela é, para que serve e porque é importante, principalmente para o Brasil. Baseado nessas dúvidas, decidi escrever um post discutindo sobre o assunto e tentando mostrar de forma bem objetiva o que a biotecnologia trás para nós. Como não sou perito no assunto, caso algum especialista queira acrescentar ou corrigir alguma coisa, sinta-se a vontade, basta comentar o artigo.

Então vamos lá. Segundo a Convenção sobre Diversidade Biológica, da ONU “Biotecnologia define-se pelo uso de conhecimentos sobre os processos biológicos e sobre as propriedades dos seres vivos, com o fim de resolver problemas e criar produtos de utilidade”. Também temos a definição do Instituto de Tecnologia ORT: “Biotecnologia é o conjunto de conhecimentos que permite a utilização de agentes biológicos (organismos, células, organelas, moléculas) para obter bens ou assegurar serviços”.

Fonte da imagem: http://www.ort.org.br/uploads/2008/06/bt15-375×137.jpg

A biologia tem tomado grande espaço no mundo tecnológico, sendo assim abrangeu diversas áreas do conhecimento, reunindo a química e a engenharia, gerando um conjunto de conhecimento, a Biotecnologia:

Fonte da imagem: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/20/Biotecnologia .jpg/450px-Biotecnologia.jpg

Como já foi dito, a Biotecnologia abrange diversas áreas do conhecimento, incluindo assim estudos em fisiologia, genética, bioquímica, biofísica, microbiologia, farmacologia, ecologia, botânica, zoologia, saúde, indústria de alimentos e nutrição, biônica (equipamentos/informática) e, o mais importante para o Brasil, agricultura e pecuária.

Sendo o nosso país grande produtor de grãos e um dos maiores exportadores na indústria agropecuária, a biotecnologia tem alto impacto, já que é responsável no desenvolvimento de técnicas de cultivo e manipulação genética. Com isso o país aumenta sua produção e a qualidade de seus produtos, ganhando destaque internacional e sendo valorizado comercialmente.

É nesse contexto que se destaca a EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). Em 1982 ela iniciou suas pesquisas voltadas para a biotecnologia, criando, em 1986, um centro de biotecnologia, com trabalhos sobre aumento do potencial nutricional de legumes, obtenção de plantas com maior resistência a herbicidas e doenças como viroses entre outras.

Essas técnicas permitiram ao Brasil ampliar e diversificar a agricultura com impacto positivo na produção de alimentos.

O governo de certa forma auxilia nesse tipo de pesquisa, como fica visível com a criação do Programa Nacional de Biotecnologia (Pronab). Também se destacam outros órgão e programas de desenvolvimento biotecnológico, tais como: PADCT (Programa de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico, o MCT (Ministério de Ciência e Tecnologia), o CBAB/Cabbio (Centro Brasileiro-Argentino de Biotecnologia), o RHAE (Programa Recursos Humanos para as Áreas Estratégicas) e por fim, a ABRABI (Associação Brasileira de Empresas de Biotecnologia).

Em vista disso tudo, a Biotecnologia estimula a interdisciplinaridade pública e empresarial.

Bibliografia:

História da Ciência no Brasil volume 3

http://www.ort.org.br/biotecnologia/o-que-e-biotecnologia

http://www.embrapa.br/

http://pt.wikipedia.org/wiki/Biotecnologia

Sobre Mim

Ciência e Tecnologia: duas palavras que me encantam desde pequeno. A melhor coisa que tem é você fazer o que gosta, e hoje estou na Engenharia Mecânica, na Faculdade de Engenharia de Bauru, UNESP. Pesquisas científicas e desenvolvimento de projetos são meus objetivos. Abaixo, meu currículo Lattes:
http://lattes.cnpq.br/1198397415430883

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