Estreando a nova seção do site… tirinhas sobre Ciência e Tecnologia!
E para começar, aí vai
“Agora tudo faz sentido!”
O nome Rei da derivada (RDD) pode ser utilizado por qualquer Instituição desde que não gere lucros para os organizadores, para a Instituição de Ensino ou para outrem. Em sala de aula, não há sequer a necessidade de comunicar sobre a realização do mesmo, contudo, seria muito apreciado se nos comunicassem sobre sua experiência por e-mail (fragelli@unb.br) para fazermos a divulgação no site oficial e para termos uma lista sobre as Instituições que já realizaram o RDD.
Para fazer um RDD você vai precisar dos seguintes documentos:
Resumo das regras, chaveamento, súmula para chave com 8 participantes, súmula para chave com 6 participantes, dicas sobre as funções a serem inventadas pelo árbitro de derivada.
Como evento, a preocupação principal do prof. Ricardo Fragelli, idealizador do RDD, é que as regras não sejam alteradas preservando o padrão da atividade para todas as Instituições e professores que realizam. Vale lembrar que o Rei da Derivada está mais para uma “festa da matemática” do que uma competição no estilo “Olimpíada de matemática”. Além disso, compartilhando nossas experiências, podemos descobrir caminhos mais interessantes para a educação matemática e para própria evolução desta atividade.
Se você é professor universitário e tem interesse em ser coordenador do RDD em sua Instituição, por favor, nos envie um e-mail (fragelli@unb.br) e você será prontamente atendido.
Instituições que já realizaram o RDD:
Universidade de Brasília (UnB)
Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB)
Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
Sociedade Educacional de Santa Catarina (SOCIESC)
Coloque o nome de sua Instituição na nossa lista!
Olá pessoal! Venho dar uma dica e pedir o apoio em uma pesquisa do professor Alysson. Esse pesquisador vem tentando melhorar a qualidade da Educação Brasileira, principalmente sobre o Ensino de Física, por meio desse trabalho. A meu pedido, Alysson escreveu um texto resumindo o seu trabalho e como podemos ajudar.
Por favor pessoal, ajudem nessa pesquisa. Com menos de 5 minutos você, professor ou estudante, pode dar sua parcela de apoio para esse trabalho!
Com os programas governamentais atuais, o livro didático é um instrumento quase onipresente nas escolas, mas ainda sabemos muito pouco sobre ele. Especialmente sobre o seu uso em sala de aula. O debate acadêmico durante muito tempo esteve interessado em outras nuances do livro didático: como ele explora a História da Ciência? Quais são os erros conceituais que ele carrega? Qual a visão social que ele abarca? Qual seu valor como documento histórico? Mas a investigação didático-pedagógica ficou de lado e somente agora começa a ganhar corpo, tendo o professor Megid Neto da Unicamp e a professora Tânia Braga da UFPR como dois expoentes.
É nessa lacuna, de descoberta do uso efetivo do livro didático, que me insiro. Como o professor lida com o livro didático? Como o aluno o faz? Quais são as expectativas de ambos sobre o livro? O que faz um livro ter qualidades para o professor? E para o aluno? Essas são as respostas que quero ajudar a responder com minha pesquisa. Ao menos no que diz respeito à minha área de competência: a Física.
Porém, para estar a altura dessa pretensão, não me basta entrevistar professores e alunos do meu círculo de convívio. Daí a necessidade de pedir ajuda a inúmeros pesquisadores, professores e alunos. Preciso da opinião deles e, mais, preciso que ajudem a divulgar a pesquisa entre seus pares. Por isso, se você for professor de física ou aluno de ensino médio e quiser ajudar a produzir conhecimento científico e melhorar a qualidade de ensino no nosso país, peço que responda a esse questionário. Não demora nem 5 minutos, mas pode contribuir muito para o nosso futuro.
Questionário para os alunos: bit.ly/alunos2011
Questionário para os professores: bit.ly/pprof11
O NCE, Núcleo de Cálculos Especiais, empresa de engenharia que presta serviços de análise estrutural pelo Método de Elementos Finitos (MEF) e soluções na área de CAE (Computer Aided Engineering), está com vagas abertas para o curso “Elementos Finitos- A base da tecnologia CAE”. São 35 vagas destinadas aos alunos da FEB e 10 para empresas da região.
O curso de 40 horas será ministrado pelo Prof. Dr. Avelino Alves Filho, com duração de cinco dias, 8, 9, 12, 13 e 14 de dezembro.
Para que a empresa confirme a realização do curso é necessário que haja um número mínimo de 20 participantes.
Os interessados a participarem do curso devem preencher uma lista de interesse disponível no site da Pro Junior (www.projuniorbauru.com.br)
Os participantes do curso terão direito a uma apostila e a um certificado.
O preço do curso para alunos da Unesp é de R$700,00 e R$2000,00 para as empresas.
Este valor pode ser parcelado em 3 vezes, pagos nos dias 17/10, 15/11 e 05/12.
Este curso está sendo viabilizado pelo Aerodesign, Baja e Pro Junior e conta com o apoio da FEB e do departamento de Engenharia Mecânica.